KPMG dá o Brasil como terceiro país mais promissor em TI

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No período homólogo, 17 em cada 100 executivos entrevistados pensariam aumentar em grande escala a sua faturação e neste ano apenas 10 em cada 100 mantém a expetativa.

Dos segmentos mais promissores, a computação em nuvem e o software para aplicações móveis são os que recolhem maiores simpa

No que respeita a gerar lucro nos setores ligados às tecnologias de informação, estão lançados os nomes dos países onde a KPMG considera estarem concentradas as maiores hipóteses de sucesso. O primeiro lugar, com um historial de vanguarda na criação tecnológica, o segundo – a China – numa iniciativa que se espera não ser mais uma máscara dos conhecidos tigres de papel mas sim o real interesse no desenvolvimento sustentado para o futuro e o terceiro lugar com mais dois países dos BRICs, em empate.

A KPMG divulgou o estudo que destaca a expetativa num crescimento mais moderado do que em 2012 para as tecnologias de informação. No período homólogo, 17 em cada 100 executivos entrevistados pensariam aumentar em grande escala a sua faturação e neste ano apenas 10 em cada 100 mantém a expetativa.

Dos segmentos mais promissores, a computação em nuvem e o software para aplicações móveis são os que recolhem maiores simpatias num universo de empresas onde 20% pensa manter os níveis de faturação e 67% aguarda  um crescimento razoável face ao período homólogo.
 

A moderação, que foi chave nas respostas dadas ao estudo da KPMG, tem os seus fundamentos: a pressão para reduzir preços para manter a competitividade num mercado global, a diminuição da procura por parte dos consumidores ou a vontade de aguardar a retoma da economia norte-americana são fatores que arrefecem um dos setores mais promissores a nível global.


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