Android cada vez mais apetecível ao malware

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De acordo com o relatório do segundo trimestre da especialista em segurança Kaspersky, o malware móvel foi a categoria mais detetada durante esse período, tanto em quantidade como em complexidade. Ou seja, os cibercriminosos não só desenvolvem programas cada vez mais nocivos para plataformas móveis, como também estão a evoluir em termos de capacidade e

De acordo com o relatório do segundo trimestre da especialista em segurança Kaspersky, o malware móvel foi a categoria mais detetada durante esse período, tanto em quantidade como em complexidade. Ou seja, os cibercriminosos não só desenvolvem programas cada vez mais nocivos para plataformas móveis, como também estão a evoluir em termos de capacidade e comportamento dos programas.

mobile virus

A 30 de Junho de 2013, a Kaspersky Lab registava no seu sistema um total de 100.386 variantes de malware móvel, o que representa um aumento dramático comparativamente com a situação em finais de 2012 (46.445 variantes detectadas), divulgou a empresa em comunicado. “O malware baseado em Android tem evoluído significativamente face às restantes outras plataformas e tornou-se favorito dos cibercriminosos entre todos os sistemas operativos móveis. Pode-se mesmo considerá-lo o equivalente ao Windows no mundo dos smartphones”.

A empresa salienta ainda a importância de ter em conta que as variantes não são deteções individuais ou programas maliciosos originais. “São amostras de códigos maliciosos que os cibercriminosos utilizam para infetar as aplicações móveis legítimas. O procedimento comum para os cibercriminosos é descarregar aplicações legítimas e modifica-las com o código malicioso.”

No ranking do malware móvel, o primeiro lugar é ocupado pelos Backdoors, com 32,3%, seguindo-se os Trojans SMS, com 27,7%. Os Trojans regulares são os terceiros na classificação (23,2%) e os Trojans Spys ocupam o quarto posto, com 4,9%.

Quanto a capacidades e flexibilidade, a tendência nos programas maliciosos para dispositivos móveis converge com a dos programas maliciosos no mundo dos PC. “As amostras recentes abusam das tecnologias de ocultação para contornar as medidas de segurança, recorrendo a técnicas que tornam a infeção ainda mais persistente, permitindo extrair informação adicional e que se descarreguem e instalem programas maliciosos adicionais.”


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