Brasil e Chile querem aprofundar cooperação tecnológica

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A coordenadora-geral para Mar e Antártica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Janice Trotte, recebeu ontem, em Brasília, o diretor do Instituto Antártico Chileno, José Retamales, em audiência preparatória para a 2ª Reunião Bilateral Brasil-Chile sobre assuntos Antárticos, que acontece hoje. O encontro é resultado do acordo bilateral de cooperação Antártica, assinado pela presidenta Dilma

A coordenadora-geral para Mar e Antártica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Janice Trotte, recebeu ontem, em Brasília, o diretor do Instituto Antártico Chileno, José Retamales, em audiência preparatória para a 2ª Reunião Bilateral Brasil-Chile sobre assuntos Antárticos, que acontece hoje.

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O encontro é resultado do acordo bilateral de cooperação Antártica, assinado pela presidenta Dilma Rousseff em janeiro deste ano. O objetivo é aprofundar a parceria em diversas áreas, entre elas logística, ambiental, científica, cultural e educacional.

Para Janice, a relação com o Chile representa um novo comportamento para a ciência na região. “É um novo paradigma de cooperação, nós temos uma condição muito especial e robusta de realizar atividades científicas conjuntas na Antártica”.

Segundo ela, o momento atual é “oportuno” para a ciência sul-americana aumentar o protagonismo no sistema Antártico. “Estamos criando uma nova ciência Antártica, propondo novas frentes, trabalhando mais externamente”.

Reunião bilateral

A 2ª Reunião Bilateral Brasil-Chile sobre assuntos Antárticos ocorre nesta quinta-feira (26), no palácio do Itamaraty, em Brasília. Serão discutidos temas de desenvolvimento científico para a região.

O coordenador substituto para Mar e Antártica, Andrei Polejack, representará o MCTI. Também participam representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Comissão Interministerial para Recursos do Mar (Cirm) e do governo chileno.

Inova Chile

Durante a reunião, o diretor do Instituto Antártico Chileno, José Retamales, apresentou o Inova Chile, programa para desenvolver tecnologias em apoio às atividades científicas.

“Essa visão que eles trouxeram do Inova Chile é muito convergente com as ações do governo federal de incentivo à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). São programas que buscam desenvolvimentos tecnológicos apoiando as atividades científicas”, avaliou Janice.


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