Base da telefonia móvel no Brasil cai em setembro

Mobilidade

A base de telefonia móvel no Brasil teve em setembro sua primeira queda mensal desde junho de 2006, com a desativação líquida de 173,6 mil linhas, informou ontem a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Embora não tenha informado os motivos da queda do total de assinantes, a Anatel disse que as operadoras têm promovido a

A base de telefonia móvel no Brasil teve em setembro sua primeira queda mensal desde junho de 2006, com a desativação líquida de 173,6 mil linhas, informou ontem a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

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Embora não tenha informado os motivos da queda do total de assinantes, a Anatel disse que as operadoras têm promovido a limpeza de sua base, ou seja, retirando linhas não utilizadas, para reduzir custos.

A redução do total de assinantes em setembro ante agosto foi de 0,06%, para 268,27 milhões de linhas. Deste total, 211,34 milhões são de acessos pré-pagos, o equivalente a 78,78% do total, e 56,93 milhões pós-pagos (21,22 por cento). A banda larga móvel representava 88,31 milhões de acessos, dos quais 552,63 mil por terminais 4G.

A Vivo permaneceu na liderança do mercado em setembro, com 28,56% de participação. No entanto, a empresa registrou o maior volume de desativações no período: 463,3 mil.

A TIM Participações ficou em segundo lugar, com 27,17% de fatia do mercado, e 31,7 mil desativações. Já a Claro foi a única a adicionar linhas em setembro, com 321,2 mil adições e fatia de mercado de 25,14%. A Oi, por sua vez, registrou desativação de 35,5 mil linhas, mantendo sua fatia de mercado de 18,64%.


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