Smartphones são realidade nas favelas brasileiras

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Os preços mais acessíveis de aparelhos e planos pré-pagos de acesso estão sendo refletidos nas comunidades mais carentes. A informação foi apontada pelo relatório “Radar Favela”, elaborado pelo instituto Data Favela. Segundo o estudo, de 85% dos moradores possuem celular, e 22% tem smartphone. Os mais jovens são os que mais valorizam os aparelhos inteligentes: cerca

Os preços mais acessíveis de aparelhos e planos pré-pagos de acesso estão sendo refletidos nas comunidades mais carentes. A informação foi apontada pelo relatório “Radar Favela”, elaborado pelo instituto Data Favela.

favela

Segundo o estudo, de 85% dos moradores possuem celular, e 22% tem smartphone. Os mais jovens são os que mais valorizam os aparelhos inteligentes: cerca de 31% estão nas mãos da faixa dos 16 e 29 anos. Em seguida estão os adultos entre 30 a 49 anos (17%). Os adultos com 50 anos ou mais ocupam a outra ponta, com apenas 8%.

Um a cada quatro aparelhos usa dois ou mais chips para ligações. Entre as operadoras, a Oi é a mais utilizada, seguida por TIM, Claro e Vivo. 90% são planos pré-pagos. O mais interessante: cerca de 10% dos 11,7 milhões de moradores nesse ambiente têm a intenção de comprar um tablet nos próximos 12 meses.

O instituto, que realizou a pesquisa com 2 mil pessoas em 63 favelas de 10 estados, foi criado pelo Data Popular e por Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa).


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