T-Systems consolida divisão de M2M no Brasil

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A divisão M2M (Machine to Machine) da T-Systems do Brasil completou no início de outubro seu primeiro ano de operação. Criada para se tornar um centro de excelência na área, a divisão está consolidada e assume a meta de conquistar 25 clientes no país nos próximos 12 meses. De acordo com o presidente da T-Systems

A divisão M2M (Machine to Machine) da T-Systems do Brasil completou no início de outubro seu primeiro ano de operação. Criada para se tornar um centro de excelência na área, a divisão está consolidada e assume a meta de conquistar 25 clientes no país nos próximos 12 meses.

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De acordo com o presidente da T-Systems do Brasil, Ideval Munhoz, com a consolidação da divisão M2M, a companhia se posiciona para atuar em um mercado que, ao contrário do que muitos acreditam já está em ebulição, pelo menos no entender da empresa. “Um estudo recentemente divulgado pela Analisys Mason aponta que, já este ano, o mercado de conexões máquina a máquina deverá movimentar US$ 10 bilhões”, afirma.

Não só isso. Munhoz lembra que o mesmo estudo aponta que o utilities já é o setor em que o volume de conexões M2M mais cresce e será o responsável por 67% do volume global de conexões até 2023. Além deste, os setores automotivo e de transporte responderão por 28% da receita total do setor em 2013. “Há mais de 20 anos atuamos em projetos de missão crítica para coleta de dados em chão de fábrica e estamos trabalhando em projetos muito interessantes nos setores automotivo e manufatura. Temos hoje uma equipe com mais de 50 profissionais altamente capacitados em coleta de dados de produção, monitoria de dispositivos e gestão completa do processo fabril”, revela Munhoz.

Projetos diferenciados
O que a T-Systems do Brasil chama de M2M vai além do conceito que vem sendo explorado pelas operadoras de celulares. Na nova divisão, o conceito é a base para o desenvolvimento de projetos diferenciados voltados para o mercado corporativo.
De acordo com o diretor da divisão M2M da T-Systems do Brasil, Carlos Ribeiro, a equipe de 14 profissionais formada por ele tem se dedicado ao desenvolvimento de soluções específicas para setores como automotivo, manufatura, logística e saúde. “Estamos falando de máquinas e dispositivos técnicos como veículos, containers, medidores de energia e sistemas de alarmes e sensores, trocando dados automaticamente entre si e com computadores, o que acarretará na evolução do mercado M2M e em uma nova revolução tecnológica, que mudará nossas vidas e corporações: a Internet das Coisas”, explica Ribeiro.

O executivo lembra que essa troca vai permitir que as máquinas se comuniquem umas com as outras em escala global, realizando diagnósticos, manutenção remota de equipamentos e coleta automática de dados de consumo, como água e luz. “Essas são apenas algumas das aplicações que estão começando a se tornar parte de nosso dia a dia”, afirma.


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