Brasil está entre os países emergentes mais competitivos em inovação

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou estudo em que o Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países emergentes mais competitivos em tecnologia e educação. O estudo ainda apontou os fatores que evitam que o País ocupe melhores colocações. Segundo o relatório Competitividade Brasil 2013, o Brasil perdeu uma posição para a Índia no

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou estudo em que o Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países emergentes mais competitivos em tecnologia e educação. O estudo ainda apontou os fatores que evitam que o País ocupe melhores colocações.

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Segundo o relatório Competitividade Brasil 2013, o Brasil perdeu uma posição para a Índia no que tange tecnologia. Porém, a capacidade de inovação do Brasil colocou o País em sexto lugar no ranking. No quesito apoio governamental, pesquisa e desenvolvimento (P&D) e inovação dentro das empresas, o Brasil ocupa o nono lugar.

Além do Brasil, foram avaliados África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Espanha, Índia, México, Polônia, Rússia e Turquia. Esta é a terceira edição do estudo, que foi publicado pela primeira vez em 2010, e novamente em 2012. Ao todo, são analisados oito aspectos: disponibilidade e custo de mão de obra; disponibilidade e custo de capital; infraestrutura e logística; peso dos tributos; ambiente macroeconômico; ambiente microeconômico; educação; tecnologia e inovação.

Nos oito itens considerados cruciais para a competitividade, o Brasil se encontra no terço inferior (entre a 15ª e a 11ª posição) em cinco aspectos e, nos outros três fica no terço intermediário (da 10ª à 6ª). A pior situação é a dos fatores “peso dos tributos” (14º lugar), “disponibilidade e custo de capital” (14º), seguida por “infraestrutura e logística” (13º), “ambiente microeconômico” (13º) e “educação” (9º).

A carga tributária e a burocracia ainda são os fatores que mais prejudicam o desenvolvimento do País. Sem incentivos, empreendedores não se sentem atraídos a investir em inovação, preferindo o mercado financeiro. Investidores internacionais também ficam intimidados com as condições desfavoráveis, considerando levar seus projetos para outros países da América Latina.


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