Data centers devem movimentar US$ 460 mi em energia até 2017

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A demanda por serviços de data centers no Brasil deverá estimular exponencialmente a necessidade de infraestrutura de segurança operacional, como conjuntos geradores a diesel, sistemas de refrigeração, servidores e dispositivos de fornecimento de energia. A afirmação é da Frost & Sullivan, que fez levantamento sobre a demanda de energia para data centers. Segundo o apurado,

A demanda por serviços de data centers no Brasil deverá estimular exponencialmente a necessidade de infraestrutura de segurança operacional, como conjuntos geradores a diesel, sistemas de refrigeração, servidores e dispositivos de fornecimento de energia.

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A afirmação é da Frost & Sullivan, que fez levantamento sobre a demanda de energia para data centers. Segundo o apurado, o fornecimento nacional de energia para data centers movimentou US$ 240 milhões só em 2012. Dada a tendência de crescimento do setor, a expectativa é de que o número praticamente dobre em 2017, gerando uma receita de US$ 460 milhões para os fornecedores de soluções em energia.

O segmento de data centers verticais demandará mais energia no curto prazo, devido à necessidade de eficiência energética e inovação. No longo prazo, a densificação dos sistemas de refrigeração altamente eficientes e servidores de prateleiras poderão estimular o desenvolvimento.

“A crescente popularidade da infraestrutura dos sistemas de gerenciamento dos data centers (DCIM), devido às altas tarifas de energia elétrica no Brasil e da ênfase na eficiência energética, vai alimentar as receitas do mercado”, afirma Gustavo Stainoh, analista da área de energia da Frost & Sullivan. “Na verdade, as oportunidades DCIM no país são promissoras visto que as instalações em construção já estão adotando esta solução”, completa.

No entendimento da consultoria, os data centers procuram soluções ecologicamente corretas que ajudem a reduzir despesas operacionais de consumo de energia, além de soluções de gerenciamento, como sistemas de DCIM. Pensando nisso, os projetos terão a tendência de usar infraestruturas integradas, em vez de componentes individuais, para minimizar o micro gerenciamento e potencializar investimentos.

Porém, alerta a consultoria, fornecedores de componentes brasileiros podem não ter condições de competir com os internacionais, pois os importados dominam o mercado, tanto por preço quanto pela tecnologia empregada.


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