“Ex” da Microsoft acusado de negociar informação privilegiada

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Securities and Exchange Commission (SEC) acusaram dois homens de Seattle de 35 delitos de negociação ilegal com informações privilegiadas da Microsoft, o que, segundo os promotores, rendeu aos dois mais de 390 mil dólares em lucros ilícitos durante 18 meses. Brian Jorgenson, gerente de portfólio sênior

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Securities and Exchange Commission (SEC) acusaram dois homens de Seattle de 35 delitos de negociação ilegal com informações privilegiadas da Microsoft, o que, segundo os promotores, rendeu aos dois mais de 390 mil dólares em lucros ilícitos durante 18 meses.

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Brian Jorgenson, gerente de portfólio sênior da Microsoft, passou informações a um ex-colega, o operador Sean Stokke, que executou os negócios, de acordo com os promotores.

De acordo com o Departamento de Justiça e a SEC, o esquema começou em abril de 2012, quando Jorgenson, que tem 32 anos, descobriu por meio de seu trabalho no departamento de tesouraria da Microsoft que a empresa de software estava planejando um investimento no negócio digital da livraria Barnes & Noble.

Ele passou essa informação para Stokke, hoje com 28 anos, que comprou opções apostando que a ação da Barnes & Noble subiria. O papel saltou 49 por cento quando o investimento foi anunciado no fim de abril e Stokke lucrou mais de 184 mil dólares, disseram promotores.

A dupla repetiu o processo mais duas vezes nos 18 meses seguintes, disseram os promotores, comprando opções da Microsoft e do índice antes dos resultados que Jorgenson sabia que iriam surpreender Wall Street e a Microsoft.

Juntos, os dois homens levaram 208 mil dólares ou mais no lucro das operações, de acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

Segundo informações da Reuters, a Microsoft disse que já havia demitido Jorgenson.


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