Irã denuncia malware que podia sabotar programa nuclear

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Esta semana, uma agência de notícias ligada ao governo iraniano, denunciou uma cooperação entre os setores de inteligência de Israel e da Arábia Saudita, na criação de um malware. Este, tinha como objetivo sabotar o programa nuclear do Teerã. O malware – software desenvolvido para se infiltrar num sistema de computador alheio de forma ilícita –

Esta semana, uma agência de notícias ligada ao governo iraniano, denunciou uma cooperação entre os setores de inteligência de Israel e da Arábia Saudita, na criação de um malware. Este, tinha como objetivo sabotar o programa nuclear do Teerã.

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O malware – software desenvolvido para se infiltrar num sistema de computador alheio de forma ilícita – funcionaria como um ataque militar cibernético, de forma a sabotar o programa nuclear. Segundo o governo iraniano, este ciberataque podia ser pior que o Stuxnet.

O Stuxnet, de acordo com alguns especialistas, foi criado em 2012 pelo governo americano para prejudicar o programa nuclear iraniano.

Segundo a agência, o plano seria financiado com cerca de um milhão de dólares (cerca de 2,3 milhões de reais), provavelmente com apoio americano.

Ainda esta semana, várias potências mundiais, inluindo o Irão, vão reunir para delinear as medidas do acordo, sob o qual o Teerã terá que restringir seu programa nuclear.


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