Amazon registra patente de entrega preditiva

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A Amazon usará análise avançada de Big Data para otimizar o seu sistema de entregas no EUA. O processo envolve a rede de distribuição local da empresa, que é acionada no momento que o consumidor planeja uma compra. O sistema tem potencial de ser tão eficiente que o produto pode chegar em questão de minutos

A Amazon usará análise avançada de Big Data para otimizar o seu sistema de entregas no EUA. O processo envolve a rede de distribuição local da empresa, que é acionada no momento que o consumidor planeja uma compra.

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O sistema tem potencial de ser tão eficiente que o produto pode chegar em questão de minutos ao endereço do consumidor, ou em casos extremos, estar à porta logo após o clique de confirmação.

O segredo é uma sofisticada métrica de análise, que leva em conta hábitos, perfis de consumo, demanda e disponibilidade de produtos. Quando o consumidor começa a procurar por determinado item na loja, a Amazon faz a análise de todas as variáveis em tempo real, e aciona a segunda parte do sistema: a entrega física.

Mesmo sem um endereço definido, o processo de entrega começa, despachando o produto do centro de distribuição para os locais de entrega. Caminhões podem servir como estoques móveis para determinados produtos de alta demanda, como games ou livros recém-lançados. Os endereços finais de entrega são definidos durante o transporte, e os produtos etiquetados diretamente no caminhão.

Caso não exista um armazém nas redondezas, a Amazon pode inclusive utilizar um de seus armários de entregas, localizados nas grandes metrópoles. Atualmente, os consumidores podem optar por retirar, mediante uma senha eletrônica, os produtos nesses armários, abreviando o tempo de entrega. Na modalidade preditiva, um entregador poderia simplesmente retirar o produto lá guardado e levá-lo para a casa do cliente.

A empresa submeteu a patente para análise dos órgãos competentes em agosto de 2012, e a aprovação aconteceu em 24 de dezembro passado. Hoje, a Amazon possui 225 milhões de clientes pelo mundo e faturou cerca de US$61 bilhões em 2012.


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