Brasileiro é número um em download de aplicativos

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Segundo pesquisa do fórum global MEF, que ouviu dez mil consumidores em 13 países, o Brasil é líder isolado no hábito de baixar aplicativos. Executado em parceria com a On Device Research, o estudo apontou que no País o consumo de conteúdo através de dispositivos móveis em 2013 teve taxa de crescimento menor em relação

Segundo pesquisa do fórum global MEF, que ouviu dez mil consumidores em 13 países, o Brasil é líder isolado no hábito de baixar aplicativos.

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Executado em parceria com a On Device Research, o estudo apontou que no País o consumo de conteúdo através de dispositivos móveis em 2013 teve taxa de crescimento menor em relação ao ano passado, e ainda exibiu ainda padrões de comportamento que mostram o crescimento desse mercado na África.

Segundo o MEF, nos últimos seis meses, 75% dos usuários brasileiros utilizaram o celular para baixar um aplicativo gratuito, contra 67% na média da América Latina. 69% dos entrevistados usaram o dispositivo para baixar conteúdo móvel, como jogos (média latino-americana foi de 62%), 21% para acessar promoções na Internet ou via SMS, 11% para usar pontos ou créditos de jogos, 5% para reservas em restaurantes ou aquisição de ingressos e 5% para acessar um ambiente ou para fazer check-in de passagens em viagens.

De acordo com o levantamento, a média de downloads de apps e conteúdo móvel do Brasil é superior à de todos os países pesquisados pelo MEF, incluindo os da África.

Os gastos com conteúdo digital em plataformas móveis no mercado brasileiro ficaram entre as maiores médias, na quarta posição (atrás de Quênia, México e Nigéria). No Brasil, mais de 30% gastaram acima de US$ 150 com mídia móvel em 2013, e mais de 45% estão dispostos a gastar mais do que isso no futuro.

Mas o destaque de consumo de conteúdo móvel em 2013 foi nos países africanos. No Quênia e na África do Sul, o crescimento foi de 97% e 94%, respectivamente. No Brasil, esse aumento foi de 71%, atrás de México (77%), Índia (79%), China (87%) e Estados Unidos (90%).

Ainda segundo a MEF, outra tendência interessante é a utilização de smartphones como impulsionador da compra de produtos não-digitais (como roupas, eletrodomésticos ou qualquer produto físico). Nos feature phones, os produtos digitais foram 47% das transações feitas nos aparelhos, enquanto os produtos físicos ou perecíveis foram 15%. Em smartphones, esses percentuais ficam mais próximos: 39% para produtos digitais e 31% para produtos físicos ou perecíveis.


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