Ford Brasil lança programa de desenvolvimento de apps

HOMEMobilidadeSistema Operacional

Durante evento em São Paulo, a montadora Ford anunciou que, até o final de 2014, o sistema Sync AppLink será disponibilizado para sua linha de veículos nacionais. Além de ter um programa aberto para desenvolvedores brasileiros, com normas locais de segurança e ferramentas fornecidas pela montadora, o AppLink permite aplicativos para smartphones nos sistemas Android

Durante evento em São Paulo, a montadora Ford anunciou que, até o final de 2014, o sistema Sync AppLink será disponibilizado para sua linha de veículos nacionais.

Ford Ka

Além de ter um programa aberto para desenvolvedores brasileiros, com normas locais de segurança e ferramentas fornecidas pela montadora, o AppLink permite aplicativos para smartphones nos sistemas Android e iOS, com comandos específicos para carros, que integram funções do painel e são voltados à interface por comando de voz.

O programa para desenvolvedores já está disponível e o sistema será lançado no País até a metade do ano em um novo modelo de veículo ainda não revelado pela empresa. É possível que o sistema esteja presente no novo Ka, com lançamento previsto para o final do primeiro semestre.

Três aplicativos estão confirmados para o lançamento brasileiro: TuneIn, que sintoniza rádios pela Internet; Glympse, que permite compartilhar localização com amigos e familiares por meio de redes sociais; e o Napster, reformulado recentemente como serviço de streaming de música por assinatura.

“O conceito de segurança da Ford é de mãos no volante e olhos na estrada. Comandos em touchscreen não são a melhor alternativa”, afirmou o vice-presidente de assuntos corporativos da empresa para a América do Sul, Rogério Golfarb.

Hoje, o sistema Sync está presente nos principais modelos da montadora, mas ele é fechado. Com a nova iniciativa, a Ford abre a possibilidade de expandir a usabilidade do Sync, que atua como central de controle por voz do sistema de mídia e em conjunto com o celular, via bluetooth.

Não haverá cobrança de parcela da receita dos desenvolvedores, que precisarão dividir sua receita apenas com as lojas de aplicativos do Android e iOS.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor