Gastos com SMS e MMS caem pela primeira vez em 2013

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O acesso à redes móveis de dados e a popularização de aplicativos de mensagens e redes sociais finalmente se fizeram sentir no ano passado. A receita das operadoras com mensagens instantâneas de texto e multimídia recuou quase 4%, em comparação a 2012. A informação foi publicada no relatório Global Mobile Messaging Forecast, da Strategy Analytics. Ainda

O acesso à redes móveis de dados e a popularização de aplicativos de mensagens e redes sociais finalmente se fizeram sentir no ano passado. A receita das operadoras com mensagens instantâneas de texto e multimídia recuou quase 4%, em comparação a 2012.

A informação foi publicada no relatório Global Mobile Messaging Forecast, da Strategy Analytics. Ainda assim, as operadoras tiveram um faturamento mundial da ordem de US$ 104 bilhões.

A previsão da consultoria é que, até 2017, as receitas caiam 20%, enquanto o volume de mensagens enviadas diminua 3%. A razão direta para a perda de receita é a adoção de smartphones, que permitem o uso de serviços de mensagens over-the-top (OTT) como WhatsApp, Line e WeChat.

Mesmo feature phones, que antes tinham como única possibilidade de comunicação de texto o serviço de SMS, estão perdendo usuários. Aplicativos em Java para Twitter e Facebook substituem com vantagens as mensagens instantâneas e custam menos. Algumas operadoras, como a Claro, oferecem o acesso aos apps sem cobrar pelo tráfego de dados, como diferencial para atrair mais clientes.

Para a Strategy Analytics, a saída seria integrar o serviço de SMS aos planos, além de explorar comercialmente a possibilidade de publicidade e negócios da plataforma. No Brasil, é comum a comercialização de pacotes de SMS avulsos ou atrelados aos serviços pós-pagos.


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