Publicidade mobile deve movimentar US$ 18 bilhões em 2014

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O Gartner estimou que a receita mundial com publicidade móvel deva chegar à cifra de US$ 18 bilhões neste ano, que representa um crescimento de 37% em relação a 2013. A expectativa é que sejam movimentados US$ 41,9 bilhões em 2017, com os anúncios em vídeo com maior relevância no período. Stephanie Baghdassarian, diretora de

O Gartner estimou que a receita mundial com publicidade móvel deva chegar à cifra de US$ 18 bilhões neste ano, que representa um crescimento de 37% em relação a 2013. A expectativa é que sejam movimentados US$ 41,9 bilhões em 2017, com os anúncios em vídeo com maior relevância no período.

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Stephanie Baghdassarian, diretora de pesquisa do Gartner, acredita que o crescimento nos gastos de publicidade móvel diminuirá por conta do aumento da oferta de espaço publicitário, que crescerá mais rapidamente do que a demanda, pois o número de sites móveis e aplicativos aumentam mais rápido do que as marcas solicitam espaço publicitário em telas de dispositivos móveis.

“Entre 2015 e 2017, o crescimento será impulsionado pela melhora nas condições do mercado, tais como a consolidação de fornecedores, padronização de medição e as novas tecnologias de segmentação juntamente com um interesse sustentado de anunciantes”, afirma Baghdassarian

Segundo a consultoria, todas as regiões do mundo apresentarão forte crescimento nos gastos com publicidade móvel, sendo a América do Norte o destaque na expansão, por causa do aumento dos orçamentos de publicidade e aumento da relevância da mobilidade. “A América do Norte é a região com o foco e investimento em publicidade mais forte, onde a publicidade online é mais madura”, diz Mike McGuire, vice-presidente de pesquisas do Gartner.

A Europa Ocidental também terá crescimento significativo, ao contrário da região da Ásia-Pacífico e Japão, em que o crescimento vai desacelerar em média 30% ao ano, até 2017. China e Índia devem contribuam cada vez mais para o crescimento da publicidade móvel com a expansão da classe média.

América Latina, Europa Oriental, Oriente Médio e África terá um crescimento paralelo ao da adoção de tecnologia e estabilização das economias emergentes, com destaque para Brasil, Rússia e México. A partir de 2015, a consultoria prevê que as taxas de crescimento destas regiões sejam superiores à média mundial.


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