Ausência de políticas de segurança preocupa líderes de TI

Segurança

Das empresas que permitem o uso de dispositivos pessoais (BOYD) apenas 32% têm uma política adequada de segurança, diz novo estudo. O Relatório de Segurança em Enterprise Mobility recentemente publicado não deixa muitas dúvidas. Apesar de 82% dos funcionários de empresas usarem os dispositivos pessoais e aplicativos para trabalhar, apenas 32% realizaram auditorias de segurança

Das empresas que permitem o uso de dispositivos pessoais (BOYD) apenas 32% têm uma política adequada de segurança, diz novo estudo.

AirBender-BYOD

O Relatório de Segurança em Enterprise Mobility recentemente publicado não deixa muitas dúvidas. Apesar de 82% dos funcionários de empresas usarem os dispositivos pessoais e aplicativos para trabalhar, apenas 32% realizaram auditorias de segurança nas aplicações móveis. Obviamente que esta situação tem deixado os líderes de TI extremamente preocupados com a quantidade de problemas de segurança que começam a surgir do BYOD, ou seja, traga seu próprio dispositivo, em inglês.

Estes valores são justificados em 90% dos inquiridos pelo fato de não terem capacidade de impedir seus colaboradores de utilizar dispositivos pessoais para acessar aos sistemas da empresa. E de acordo com o relatório, os líderes de TI estão-se desdobrando para resolver problemas de segurança decorrentes do BYOD.

Outro dado salientado no relatório é que apenas 27% dos executivos de tecnologias de informação têm uma política de uso – bem definida e em vigor – sobre mobilidade. Para além de que 23% afirma que sua organização permite que os funcionários baixem aplicações pessoais que prometem “aumentar a produtividade”.

Aliás, em 29% das empresas, os visitantes e os convidados podem ter acesso limitado à rede corporativa por dispositivos móveis pessoais. No entanto, embora os departamentos de TI sejam capazes de exercer controle para proteger seus dados corporativos, enquanto gerenciam o acesso de dispositivos pessoais, o levantamento afirma que muitos não o fazem. Na verdade, mais de 71% dos entrevistados disse que seus líderes empresariais enxergam a utilização de aparelhos pessoais como potencialmente perigosa, cara e não-crítica para os negócios.


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