Mark Zuckerberg perde interesse pelo Snapchat

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O CEO do Facebook subiu ao palco do Mobile World Congress de onde falou dos seus planos para aumentar o número de internautas mundiais e da aquisição da WhatsApp. Durante seu discurso de abertura do MWC 2014, Mark Zuckerberg negou qualquer rumor de que ainda estaria interessado em comprar o Snapchat, o programa de compartilhamento

Especial BR

O CEO do Facebook subiu ao palco do Mobile World Congress de onde falou dos seus planos para aumentar o número de internautas mundiais e da aquisição da WhatsApp.

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Durante seu discurso de abertura do MWC 2014, Mark Zuckerberg negou qualquer rumor de que ainda estaria interessado em comprar o Snapchat, o programa de compartilhamento social de fotos e mensagens.

Ele afirmou que tentou uma vez, tentou duas, mas não haverá uma terceira oferta. Pelo menos não agora, porque o Facebook está bem servido depois do acordo bilionário para comprar o WhatsApp, anunciado há poucos dias.

No ano passado, foram feitas ofertas – com valores entre um e três bilhões de dólares – que foram recusadas pelos proprietários da Snapchat, pois se acreditava ser possível conseguir oferta melhor e a perspectiva para a plataforma era mais promissora.

A questão é de quanto seria o valor ideal para a venda se concretizar. O Google parecia disposto a pagar quatro bilhões de dólares pelos ativos da companhia, um valor bom, mas muito inferior aos 19 bilhões que o Facebook desembolsou, entre dinheiro e ações, para adquirir o WhatsApp. Uma decisão que Zuckerberg justificou hoje, ressaltando que o potencial da empresa é bastante valioso.

“Como empresa, vale mais de 19 bilhões”, disse o executivo referindo-se à WhatsApp, tal como informam os nossos parceiros no ITespresso.

Como se não bastasse a intervenção desta manhã de Jan Koum, no mesmo palco, que comunicou a introdução de chamadas de voz no seu serviço, o CEO do Facebook voltou a tranquilizar os ânimos ao assegurar que a WhatsApp continuará a funcionar como uma aplicação independente. Especialmente porque, na sua opinião, “mudar a forma de funcionar da WhatsApp seria estúpido”.

O Snapchat e a WhatsApp não foram, de forma alguma, os únicos temas em que Zuckerberg abordou na sua visita à Espanha.

O jovem empresário garantiu o respeito pela privacidade, criticou a falta de transparência governamental no caso Snowden e, sobretudo, incidiu sobre o projeto do Facebook para fazer chegar a Internet aos milhões de pessoas que, de outra forma, não estariam ligadas ao resto do mundo, o que constitui um grande desafio.

Este projeto é suportado pela coligação Internet.org, a partir da qual vários grandes nomes da indústria tecnológica colaboram para um bem comum e espera-se “adicionar mais dois ou três parceiros no próximo ano”.


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