Microsoft nega censura nas pesquisas relacionadas com a China

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A notícia surgiu por parte de um grupo chinês que luta por direitos de liberdade de expressão que disse que a empresa norte-americana estava censurando material que o governo chinês julga politicamente sensível. A Microsoft negou a omissão. O GreatFire.org, um grupo baseado na China que defende a liberdade de expressão, disse em um comunicado que

A notícia surgiu por parte de um grupo chinês que luta por direitos de liberdade de expressão que disse que a empresa norte-americana estava censurando material que o governo chinês julga politicamente sensível. A Microsoft negou a omissão.

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O GreatFire.org, um grupo baseado na China que defende a liberdade de expressão, disse em um comunicado que o Bing estava filtrando resultados de pesquisa, tanto em inglês quanto em chinês, para termos como “Dalai Lama”, o líder espiritual tibetano.

Em sua defesa, a Microsoft disse que uma falha no sistema havia removido alguns resultados de pesquisa para usuários fora da China.

Esta não é a primeira vez em que a companhia está envolvida neste tipo de assuntos. Anteriormente, a empresa já foi alvo de críticas por censurar a versão chinesa do software de telefonia e mensagens via Internet, o Skype.

Stefan Weitz, diretor sênior para o Bing, em comunicado explicou que “Devido a um erro em nosso sistema, disparamos uma notificação errônea de remoção de resultados para algumas pesquisas listadas no relatório, mas os resultados em si estão e sempre estiveram inalderados fora da China”.


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