Motorola terá o seu próprio smartwatch

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A Motorola quer este ano lançar-se no mercado da tecnologia wearable com um relógio inteligente que dará maior ênfase à autonomia . A Motorola já não é uma empresa da Google, ou muito em breve deixará de o ser em virtude de um acordo feito com a Lenovo para adquirir o seu negócio de dispositivos móveis. Mas este

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A Motorola quer este ano lançar-se no mercado da tecnologia wearable com um relógio inteligente que dará maior ênfase à autonomia .

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A Motorola já não é uma empresa da Google, ou muito em breve deixará de o ser em virtude de um acordo feito com a Lenovo para adquirir o seu negócio de dispositivos móveis.

Mas este estado de transição não a impediu de participar no Mobile World Congress, onde fez anúncios que valem a pena ser destacados.

Por um lado, a Motorola confirmou o seu interesse pelo mercado da tecnologia pessoal vestível, adiantando que neste ano comercializará o seu próprio smartwatch. Um relógio inteligente que, se levarmos à risca as palavras de Rick Osterloh, vice-presidente de gestão de produto da Motorola, quer surpreender em design e em capacidade de autonomia.

Durante a sua intervenção no MWC, os responsáveis da Motorola também quiseram referir que a mudança de propriedade vai facilitar a tarefa de produção dos dispositivos e que não implicará, de maneira alguma, o abandono do Android.

Outros aspetos destacados são a promessa de uma segunda versão do Moto X ainda em 2014, a possibilidade de incluir, no futuro, uma carcaça em madeira no aparelho, e a aposta em celulares de baixo custo, custando bem menos que 600 dólares.

Vale lembrar que o Moto G recebeu atenção especial para o mercado brasileiro, um dos maiores consumidores da Motorola. Custando em média o equivalente a 300 dólares, o smartphone 3G derivado do Moto X é sucesso absoluto de vendas.


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