Brasil é o quarto país mais conectado da América Latina

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Embora seja um dos mais desenvolvidos da região, o país ainda sofre com a má distribuição das tecnologias de comunicação e conexão. A Qualcomm, fabricante de chips para dispositivos móveis e comunicação wireless, publicou essa semana um estudo que analisou o grau de conectividade de diversos países da Europa, América Latina, Ásia, Oceania, África, e

Embora seja um dos mais desenvolvidos da região, o país ainda sofre com a má distribuição das tecnologias de comunicação e conexão.

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A Qualcomm, fabricante de chips para dispositivos móveis e comunicação wireless, publicou essa semana um estudo que analisou o grau de conectividade de diversos países da Europa, América Latina, Ásia, Oceania, África, e ainda Estados Unidos e Canadá. O levantamento colocou o Brasil em quarto lugar na América Latina, abaixo do Chile, Uruguai e Argentina, com menos pessoas conectadas que estes.

A pesquisa analisou vários quesitos de penetração em diversos tipos de conexão, para medir a adoção, assimilação e uso de tecnologias de informação e comunicação nas sociedades. O Brasil ficou abaixo da média mundial, com 34,1 pontos, em quesitos como linhas telefônicas por habitantes, acesso à banda larga e velocidade de conexão.

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Já em relação ao uso da internet, a pesquisa comparou os hábitos dos brasileiros com os mexicanos, as duas maiores economias da América Latina. Os resultados demonstraram que o brasileiro usa mais as Redes Sociais, conteúdos multimídia, compras online e atividades bancárias, no acesso à Internet. Já em relação aos smartphones os mexicanos usam muito mais os serviços de web por mobile que o brasileiro.

“O público mexicano é mais intenso quanto ao uso de smartphones do que o brasileiro, apesar de o Brasil ter maior penetração de conexão”, afirmou Mariana Rodriguez, Diretora Geral da Convergencia Research, que implementou a metodologia do estudo.

Por fim, a pesquisa concluiu que o brasileiro tem uma tendência de consumir mais entretenimento e gerir atividades bancárias online, além do uso expressivo de redes sociais. Também demonstrou que há espaço para o crescimento do mercado de apps, e que ainda falta um longo caminho na conectividade de massa da população brasileira, que hoje só 10% têm acesso à banda larga, e o 3G e o 4G só chegam à 35% das pessoas.


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