Indústria desperta para potencialidades do Big Data

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O investimento de indústrias como a automóvel nas tecnologias de informação é tema quente no mercado das TI, até pelo aparente positivismo que veio trazer no início de 2014 a um setor que tem vindo a ser fustigada nos últimos anos. Na CeBIT, obviamente que o assunto também está a ser explorado. Um dos exemplos

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O investimento de indústrias como a automóvel nas tecnologias de informação é tema quente no mercado das TI, até pelo aparente positivismo que veio trazer no início de 2014 a um setor que tem vindo a ser fustigada nos últimos anos. Na CeBIT, obviamente que o assunto também está a ser explorado.

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Um dos exemplos dados aqui em Hannover é o da Continental que a B!T já teve oportunidade de conhecer em Las Vegas no evento Pulse da IBM, no seguimento de um acordo de colaboração que ambas as empresas anunciaram, no Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, que permitiria à IBM e à Continental desenvolver esforços conjuntos para encontrar soluções móveis para veículos, destinadas aos fabricantes de automóveis de todo o mundo.

Mas aqui em Hannover, o novo conceito de veículo da divisão da alemã Continental AG causou um grande “alvoroço” na antevisão da CeBIT. É verdade que já existem uma série de soluções de assistência ao condutor baseadas em tecnologias de informação no mercado que ajudam a tornar as estradas mais seguras – com coisas como aviso de saída da faixa, controlo de cruzeiro adaptativo e sistemas de alerta de colisão. Mas o “Driver Vehicle Foco” desenvolvido em parceria com a Cisco e IBM leva as coisas um passo mais à frente ao combater a condução distraída.

Uma câmara de infravermelhos no interior do carro rastreia constantemente os olhos do condutor e sabe se ele está ciente dos próximos perigos ou se está distraído. Se o motorista não está a prestar atenção, um halo de 360 ​​graus de LED no interior dirige o olhar do condutor de volta para o perigo.

Ralf Lenninger, da Continental, contou à imprensa que um veículo médio moderno pode ter até 90 sistemas de computador. Ou seja, basicamente Big Data sobre rodas está a crescer exponencialmente.

No entanto, sabemos que, em muitos casos, Big Data é ainda um recurso inexplorado. A CeBIT “promete” mostrar vários de uma nova geração de modelo de negócio desenvolvido para aproveitar esse recurso. A Microsoft, por exemplo, trouxe para a feira uma série de cenários ao vivo sob o tema “adicionando produtividade para datability”. Na antevisão à imprensa, a Microsoft apresentou a sua plataforma de nuvem OS – uma solução integrada que utiliza dados em todas as tecnologias, produtos e serviços. Usando uma loja fictícia como exemplo, a gigante de TI demonstrou como as redes sociais podem ser aproveitadas para criar um novo nível de proximidade com o cliente.

Já a Unify, ex-Siemens Enterprise Communications, está a usar a CeBIT para apresentar as novas formas de trabalhar potenciadas pela nuvem. No seu stand, intitulado “A New Way to Work”, os visitantes podem experimentar um escritório normal assim como três ambientes de trabalho alternativos mas cada vez mais comuns: um comboio, um café e um escritório em casa. “Os funcionários podem ser produtivos, não importa onde estão, pois os dados podem ser acedidos​​e compartilhados de todos os lugares e em todos os tipos de dispositivos”, disse Martin Kinne, membro do conselho executivo e diretor-geral para a Europa Central da Unify. “O desafio é criar tecnologias de comunicação modernas que são divertidas de usar e, ao mesmo tempo, permitem que as pessoas trabalhem de forma segura e obtenham o máximo valor a partir desta nova forma de trabalhar.”


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