Riosoft tem nova diretoria

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Tomou posse, na noite do último dia 14 de abril, a nova diretoria da Riosoft, encabeçada por Alberto Blois como diretor-executivo e Giosafatte Gazzaneo e John Forman como diretores. Responsável pela gestão da entidade no biênio 2014/2016, os novos integrantes do Conselho Deliberativo também assumiram a função de gerir a entidade em prol da continuidade

Tomou posse, na noite do último dia 14 de abril, a nova diretoria da Riosoft, encabeçada por Alberto Blois como diretor-executivo e Giosafatte Gazzaneo e John Forman como diretores. Responsável pela gestão da entidade no biênio 2014/2016, os novos integrantes do Conselho Deliberativo também assumiram a função de gerir a entidade em prol da continuidade dos projetos desenvolvidos e incentivos à produção do software nacional, tornando o Rio de Janeiro uma referência no setor da Tecnologia da Informação.

riosoft diretoria

Alberto Blois assume posto ocupado por Benito Paret por 12 anos.

Com a mudança, novas perspectivas e iniciativas ganham força, reforçando o papel da Riosoft de apoiar as empresas produtoras de software do estado fluminense. “A Riosoft deverá continuar buscando novos projetos e oportunidades, além de fomentar ainda mais os já existentes, como os das áreas de capacitação, articulação de negócios e redes”, reforçou o novo diretor-executivo da entidade, Alberto Blois.

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Doze anos à frente da Diretoria Executiva, Benito Paret, que assumiu o cargo de presidente do Conselho Deliberativo da Riosoft, destacou que ainda há desafios a serem superados, no entanto a possibilidade de novas parcerias e alianças renova as expectativas de um biênio promissor.

“Nesse momento estamos encerrando um mandato, ao mesmo tempo em que haverá uma troca de mandatos nas esferas públicas, em âmbito estadual e federal. Com essa mudança, a expectativa é que surjam novas oportunidades e novas possibilidades de parcerias que permitam a Riosoft cumprir com maior eficiência e competência suas prioridades”, destacou.

Representantes da TI marcaram presença

Representantes do setor reforçaram o potencial do estado como polo da TI no Brasil. Foto: Bruno Nasser
Grandes nomes do setor da TI participaram da solenidade de posse da nova diretoria, reforçando seu compromisso com o fomento às iniciativas e projetos em prol da inovação no estado fluminense.

“É inegável que o Rio de Janeiro tem um grande potencial no desenvolvimento do software. Aqui a gente tem as principais universidades e cursos, concentrando em um pequeno espaço uma massa intelectual fantástica. Eu diria que em relação ao número de pesquisadores e professores por número de habitantes, o Rio de Janeiro é líder no Brasil e a gente tem que aproveitar esse potencial”, afirmou o presidente do Proderj, Paulo Coelho.

“Nós estamos realmente no caminho para que o Rio de Janeiro se torne um polo na área tecnológica. Falta um pouco mais de incentivo do município e do estado para que a gente retorne com as empresas para cá por meio de incentivos fiscais”, completou o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro (Sescon-RJ), Lúcio Fernandes.

“O Rio de Janeiro tem muito potencial e esse potencial está começando a ser aquecido. O que a gente tem que fazer agora é criar novas empresas, uma massa crítica grande, e a Riosoft tem atuado nessa sentido. O papel da Riosoft é articular essas novas empresas para o crescimento do setor como um todo, pensar o futuro do setor e direcionar as empresas para que elas trabalhem para o desenvolvimento do estado”, ressaltou o subsecretário de Educação Profissional e Ensino Superior, Augusto Raupp.

Articulação em prol da TI

Diante de um cenário de inovação, o papel da Riosoft ganha ainda maior relevância ao promover a integração entre setor público e privado e estimular o desenvolvimento de projetos, a fim de tornar o Rio de Janeiro um polo de TI no país.

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“O Rio de Janeiro tem características de um grande aglutinador de empresas de base tecnológica. E a Riosoft tem um papel estratégico, tanto em promover ações de políticas públicas, ações de fomento ao setor e reunir os empresários. A diretoria eleita traz uma indicação de maturidade e continuidade das propostas. Tudo levar a crer que teremos mais anos fortes em termos de desenvolvimento da TI no estado, afirmou o gerente da Unidade de Inovação e acesso à Tecnologia do Sebrae/RJ, Ricardo Vargas.

“A Riosoft conseguiu recuperar um campo que por algum tempo esteve vacilante e perdeu espaço para outros estados. O trabalho da entidade conseguiu reestruturar, mobilizar, estimular empresas, por isso se deve a ela, ao lado de outras entidades só setor público e privado, o resgate da TI do Rio de Janeiro. Mas ainda temos muitos desafios”, relembrou o diretor do Sebrae-RJ, Evandro Peçanha.

“Esse ambiente de inovação é fundamental para que a gente tenha um verdadeiro legado após a Copa do Mundo e Olimpíadas. Temos feito um trabalho forte para que este legado possa atingir as micro e pequenas empresas. Essa é a aposta e prioridade para o Rio de Janeiro. E estamos quebrando um paradigma: o conhecimento e a inovação estão na capacidade de integração”, finalizou o secretário especial de Ciência e Tecnologia do município do Rio de Janeiro, Franklin Coelho.


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