Accenture apresenta novo conceito de banco inteligente

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A Accenture recentemente lançou um conceito que está na vanguarda dos serviços financeiros. Em entrevista à jornalista Susana Marvão da B!T Magazine, Alessandro Secchi, administrador sênior do setor de mobilidade para serviços financeiros, apresentou o Everyday Bank e falou-nos um pouco do atual panorama da indústria bancária. O Everyday Bank surge, então, como um conceito

A Accenture recentemente lançou um conceito que está na vanguarda dos serviços financeiros. Em entrevista à jornalista Susana Marvão da B!T Magazine, Alessandro Secchi, administrador sênior do setor de mobilidade para serviços financeiros, apresentou o Everyday Bank e falou-nos um pouco do atual panorama da indústria bancária.

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O Everyday Bank surge, então, como um conceito paradigmático de um banco universal preparado para o futuro e para as novas configurações dos setores social, móvel, analítico e cloud. É, também, uma resposta à pressão a que estão submetidos os bancos, numa altura em que a reinvenção é vida e a inércia e o comodismo são a morte do artista.

Neste sentido, a Accenture coloca ao dispor dos bancos o seu vasto conhecimento do setor dos serviços financeiros, tornando-se, assim, a parceira ideal para proximamente trabalhar com as entidades bancárias e ajudá-las a reformarem muitas das suas práticas operacionais.

Esta reestruturação do setor bancário não se circunscreve à mera competição entre bancos. Trata-se da conquista de novos territórios, de novas indústrias, de forma a que, num futuro, as entidades bancárias possam competir com comerciantes, operadoras de telecomunicações e outros grandes atores, e para que estejam munidas das essenciais armas digitais para conseguirem vingar.

Secchi acredita que é premente que os bancos se reinventem. Contudo, é primeiro necessário que se adaptem à revolução digital pela qual é fustigada a sociedade, para que consigam alcançar um posicionamento industrial de excelência.

O executivo avançou ainda que nos dias que correm os clientes não procuram apenas puras e frias transações, desprovidas de qualquer humanidade, mas sim experiências.

A Accenture está a procurar ajudar os organismos financeiros a delinearem práticas de interação com os seus clientes, de diminuição da distância entre banco e consumidor.

Entra, então, em cena o Everyday Bank, um banco interativo a vários níveis: não só permite efetuar as tradicionais (e necessárias) transações bancárias, mas permite também pagar a viagem no autocarro, um ordenado, comprar um presente, etc.

Assim, o Everyday Bank poderá ajudar o cliente aquando da compra de uma casa, colocando em prática todas as informações de que dispõe acerca do cliente, visto que a indústria bancária é das que mais e melhor conhece os seus clientes, pelo que deve ser ela quem mais interage com eles.

Secchi destacou que os bancos têm ativamente investido nas áreas do Big Data e da computação cloud, uma vez que estes estão inseridos numa indústria que manipula uma enorme quantidade de informação, que precisa de ser escrupulosamente analisada e convertida em dados úteis, em “inteligência”.

Para alguns bancos, as redes sociais têm sido ferramentas de grande importância, pois atuam como canais de comunicação direta e bidirecional entre as entidades bancárias e os clientes.


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