Bitdefender apoia CERT no combate ao cibercrime no Brasil

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A Bitdefender, empresa especializada em software antivírus, passará a oferecer sua  experiência e pesquisa na luta contra o crime cibernético disponibilizando apoio técnico ao CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança) no Brasil. Mantido pelo Nic.BR (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), o CERT é a entidade oficial do

A Bitdefender, empresa especializada em software antivírus, passará a oferecer sua  experiência e pesquisa na luta contra o crime cibernético disponibilizando apoio técnico ao CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança) no Brasil.

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Mantido pelo Nic.BR (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), o CERT é a entidade oficial do Comitê Gestor da Internet Brasileira para assuntos de segurança. O apoio da Bitdefender também se estenderá para outras organizações empenhadas em enfrentar o forte crescimento do crime cibernético no atual ambiente de fronteiras pouco demarcadas em rápido avanço.

A Bitdefender é capaz de oferecer o mapeamento de ameaças ‘botnet’ de modo customizado e responder à necessidade especial de um cliente, seja no patamar geográfico de uma nação inteira ou apenas em um campus universitário. A empresa está apta a realizar a engenharia reversa de malwares e arquivos suspeitos e oferecer combate eficaz contra as crescentes ameaças de cabeçalho botnet.

A empresa, que também tem experiência auxiliando órgãos de aplicações da lei em vários países, está apta a colaborar na análise de controle de comandos sobre os servidores da Internet, o que muitas vezes exige um esforço conjunto de análise forense aplicada a cada caso.

De acordo com Eduardo D´Antona, diretor da Bitdefender Brasil, entre os principais beneficiários do apoio ao CERT estará um conjunto expressivo de empresas, bancos e órgãos de governo, que reporta regularmente ao CERT os seus incidentes de segurança. “São milhares de empresas e grandes usuários, que respondem por uma parte significativa dos incidentes no Brasil” conclui o executivo.


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