Centro de transmissão da Copa tem quase 90 emissoras

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O Centro Internacional de Transmissão (IBC) da Copa do Mundo, aberto oficialmente nessa semana, abrigará 86 emissoras de rádio e televisão de 41 países. O IBC será responsável pela recepção das imagens das 408 câmeras distribuídas nos 12 estádios do torneio e pela distribuição das imagens para as emissoras detentoras de direito de transmissão. Esse

O Centro Internacional de Transmissão (IBC) da Copa do Mundo, aberto oficialmente nessa semana, abrigará 86 emissoras de rádio e televisão de 41 países. O IBC será responsável pela recepção das imagens das 408 câmeras distribuídas nos 12 estádios do torneio e pela distribuição das imagens para as emissoras detentoras de direito de transmissão.

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Esse trabalho de captura das imagens e retransmissão, feito via cabo e por satélite para as emissoras, ficará a cargo de 280 funcionários da empresa franco-suíça HBS, contratada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para filmar e distribuir as imagens dos 64 jogos da Copa.

Além de usar o material capturado pela HBS, as emissoras podem usar a infraestrutura do centro de transmissão para montar suas bases de operação e estúdios. Com um espaço de 55 mil m², o IBC funciona no centro de convenções Riocentro, na zona oeste do Rio.

Entre os espaços montados dentro do IBC, o maior é das emissoras públicas alemãs ARD e ZDF, com 2.250 m². “Aqui [o IBC] é a conexão com o mundo. A partir daqui, o mundo terá acesso ao Rio de Janeiro, ao Brasil, à Copa do Mundo e às 12 cidades-sede”, disse o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

Segundo o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, que as imagens que sairão do IBC chegarão a bilhões de pessoas em todo o mundo. “As imagens da Copa do Mundo atingirão a metade da população mundial. Mais de 3 bilhões de pessoas assistirão à Copa do Mundo”, destacou Fernandes.

Para ele, o sistema de transmissão, que envolverá conexão, por banda larga, entre as 12 cidades-sede, ficará como legado para o país. “Esse esforço nos permitiu, pela primeira vez, conectar a região amazônica brasileira com cabos de fibra ótica, integrando plenamente a região ao resto do país.”


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