Nova ferramenta do Sibratec é apresentada a instituições

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Facilitar o acesso a equipamentos, softwares e centros de aprendizagem para novos empreendedores. São esses alguns dos objetivos do SibratecShop, que foi apresentado esta semana a gestores de diversos instituições de ciência e tecnologia (ICT) do país. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Álvaro Prata, participou

Facilitar o acesso a equipamentos, softwares e centros de aprendizagem para novos empreendedores. São esses alguns dos objetivos do SibratecShop, que foi apresentado esta semana a gestores de diversos instituições de ciência e tecnologia (ICT) do país. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Álvaro Prata, participou da atividade, na Confederação Nacional das Indústrias (CNI), em Brasília.

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Para ele, o SibratecShop virá para “simplificar os processos”. “Num espaço muito curto de tempo estamos criando, de fato, um sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação que dará resultados crescentes no futuro próximo”, avaliou.  A nova ferramenta integrará o Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec).

O objetivo do workshop foi estruturar a ação do SibratecShop por meio de um projeto piloto, com parceiros como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e ICTs. “O sucesso dessa iniciativa vai depender de vocês [instituições parceiras], junto conosco para viabilizar essa ideia que tem sido utilizada em outros países que são referências para nós”, afirmou Prata.

Um exemplo desse modelo é a Rede Fab Lab, criada e difundida em diversos países pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Rede TechShop,  nos Estados Unidos. “Temos uma dívida com nossa sociedade em relação ao melhor uso da nossa infraestrutura para benefícios econômicos e sociais”, ressaltou Alvaro Prata.

De acordo com o coordenador-geral de Serviços Tecnológicos do MCTI, Jorge Campagnolo, existem hoje no país cerca de 400 incubadoras de base tecnológica, com aproximadamente 3 mil empresas incubadas. Ele afirmou que seis em cada dez estudantes universitários brasileiros “pensam em abrir o próprio negócio”. “Temos um grande potencial de empreendedorismo que precisa de apoio”, disse.

Na avaliação de Campagnolo, o SibratecShop vai possibilitar “que as micros e pequenas empresas, novos empreendedores e alunos que saem das universidades com a ânsia de criar o seu próprio negócio tenham mais facilidade em começar a desenvolver seus produtos e criar suas empresas”.

Cooperação

Em maio, o Senai assinou um termo de cooperação com o programa InovAtiva, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para que empresas iniciantes selecionadas pelo programa possam usar um dos 25 centros tecnológicos do Senai pelo Brasil, para realizarem testes, pesquisas e prototipagem.

“A inovação é decisiva na competitividade da indústria. Os Centros Senai de Inovação são o ambiente certo para que o jovem empreendedor possa dar vazão às ideias”, analisou o diretor de Operações do Departamento Nacional da entidade, Gustavo Leal. De acordo com ele, outras instituições de ciência e tecnologia estão sendo implantados pelo Senai no Brasil.

Os centros tecnológicos têm foco em pesquisa aplicada e em inovação pré-competitiva. Segundo Leal, esses centros possuem “domínio profundo nas áreas de conhecimento de interesse do setor industrial”, como automação, biossintética, engenharia de polímeros, laser, sistemas embarcados e biomassa.


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