Apps piratas são a porta de entrada para ameaças

Segurança

Os smartphones e tablets de hoje são muitas vezes mais poderosos que os computadores de poucos anos atrás. Com tanto poder computacional, essas máquinas, que constantemente estão conectadas à internet, são um alvo certo para golpistas. Além de manter um bom antivírus instalado no aparelho, é fundamental seguir algumas regras básicas para não ter seu

Os smartphones e tablets de hoje são muitas vezes mais poderosos que os computadores de poucos anos atrás. Com tanto poder computacional, essas máquinas, que constantemente estão conectadas à internet, são um alvo certo para golpistas.

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Além de manter um bom antivírus instalado no aparelho, é fundamental seguir algumas regras básicas para não ter seu dispositivo pessoal infectado e suas informações pessoais ameaçadas.

É crucial tomar cuidado é com os aplicativos piratas. É tentador baixar e instalar centenas de aplicativos pagos, mas o preço pode ser muito mais alto que o cobrado pelas lojas oficiais de apps.

Hoje, é muito comum que grupos criminosos criem versões pirateadas de aplicativos populares com código malicioso incorporado. Daí, esses grupos disponibilizam essas cópias piratas de forma individual ou em pacotes.

O usuário incauto, querendo economizar, acaba baixando esses aplicativos, que podem ser jogos ou utilitários, e os instala, sem nem prestar atenção no que eles podem fazer.

A lista de permissões, que aparece antes da instalação, já dá uma boa pista do que o app quer fazer. Para que um jogo quer ter acesso ao controle de ligações e mensagens de texto? Para que um aplicativo de lista de supermercado quer ter acesso ao tráfego de rede? É preciso prestar atenção antes de permitir que isso aconteça.

Mesmo assim, o código malicioso pode estar nas entranhas do aplicativo, escondido, esperando apenas uma chance de se ativar.
Além de roubar senhas e dados bancários, os malwares nos dispositivos móveis podem ter outras finalidades sombrias.

Uma nova categoria de código malicioso é o ransomware, que “sequestra” o aparelho e só o libera depois do depósito de uma soma considerável de dinheiro. Essa ameaça quase sempre vem embrenhada em um app pirata.

Outra finalidade escusa dos malwares móveis é a formação de uma rede zumbi, também chamada botnet. Criminosos tomam o controle do aparelho e o usam para fazer ataques digitais, derrubando sites e até roubando a capacidade de processamento do dispositivo para aplicar golpes e conseguir bitcoins.

Além de drenar a bateria do aparelho, essa modalidade de golpe é perigosa, pois ao mesmo tempo que um aparelho é “zumbificado”, ele também pode continuar mandando todas as suas informações pessoais para bandidos.

Então, para não se expor a riscos desnecessários, jamais baixe aplicativos de fontes não confiáveis. Além da app store original do seu sistema operacional (do Google, Apple, Microsoft ou BlackBerry), é seguro confiar na loja de aplicativos da Amazon.

Se não for um aplicativo vindo de uma dessas fontes, esqueça. Aquele joguinho que você recebeu pelo e-mail ou Whatsapp parece ser de graça, mas pode custar caríssimo.


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