IDC Brasil analisa movimento de bancos e empresas de serviços

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Os bancos focam cada vez mais em seu core business. Provedores de serviços de TI também. Essa é a conclusão da IDC Brasil, ao analisar o anúncio envolvendo a Scopus e a IBM, feito nessa quarta-feira, 30 de julho.  A Scopus, braço de tecnologia do Grupo Bradesco, teve suas operações de suporte e manutenção absorvidas

Os bancos focam cada vez mais em seu core business. Provedores de serviços de TI também. Essa é a conclusão da IDC Brasil, ao analisar o anúncio envolvendo a Scopus e a IBM, feito nessa quarta-feira, 30 de julho. 

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A Scopus, braço de tecnologia do Grupo Bradesco, teve suas operações de suporte e manutenção absorvidas pela IBM. Dentro do Bradesco permanece a Scopus Soluções em TI, responsável por processos de inovação e consultoria.

Pietro Delai, analista da IDC, lembra que este movimento não é uma novidade. Em maio de 2013, a Itautec, braço de tecnologia do Grupo Itaú, teve a maior parte de seu controle transferido para o Grupo OKI. Além da Itautec e Scopus, outras empresas de tecnologia que surgiram no Brasil na década de 70 – durante a reserva de mercado – estavam associadas a bancos.

A Cobra, lembra Delai, é talvez a última remanescente, mas segue em outra direção. Em 2013 mudou seu nome fantasia para BB Tecnologia e Serviços, referenciando seu controlador e principal cliente, o Banco do Brasil.

“Com estes e outros movimentos de incorporação, o mercado brasileiro de serviços de TI passa a ter 4 empresas genuinamente brasileiras entre as top 20, representando pouco mais de 7% do mercado. Em 2010, havia 9 empresas brasileiras entre as top 20, absorvendo quase 14% do mercado. Isso dá uma ideia do grau de competitividade que esse mercado tem hoje”, reflete o analista da IDC Brasil.


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