Finanças e Seguros são principais alvos de ataques virtuais

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De acordo com um relatório da IBM, os setores das Finanças e Seguros representam quase metade dos casos registados. A IBM divulgou seu relatório de serviços de segurança, o IBM Security Services 2014, analisando os ataques cibernéticos e incidentes de dados monitorados pelas operações de segurança da empresa em 133 países entre janeiro e dezembro

De acordo com um relatório da IBM, os setores das Finanças e Seguros representam quase metade dos casos registados.

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A IBM divulgou seu relatório de serviços de segurança, o IBM Security Services 2014, analisando os ataques cibernéticos e incidentes de dados monitorados pelas operações de segurança da empresa em 133 países entre janeiro e dezembro de 2013.

A conclusão principal é de que os setores de finanças e seguros são os mais visados em ataques cibernéticos, representando 23,8% dos casos registrados. A área de manufatura, com 21,7% e as áreas de informação e comunicação, que representam 18,6% dos casos verificados, ocupam a segunda e terceira posições desse ranking.

“Isso acontece, pois as invasões desses sistemas resultam em grandes perdas para as companhias e, se bem sucedidas, elas podem permitir ganhos financeiros aos criminosos cibernéticos” destaca Felipe Peñaranda, líder de segurança da informação da IBM para América Latina que acrescenta ainda: “Se compararmos ao ano anterior, as mesmas indústrias estão no topo do ranking, tendo somente trocado as posições”.

Má configuração do sistema, má gestão de patches, uso de logins e senhas padrões ou fáceis de serem decifradas, perda de computadores ou dispositivos móveis e divulgação de informações por e-mails inadequados são grandes ajudas para os cibercriminosos mas o estudo revelou ainda que mais de 95% dos incidentes de segurança registrados pela empresa em 2013 estavam relacionados às ações humanas. Clicar em anexos infetados e em hyperlinks inseguros são os erros mais apontados.

Os dois tipos mais comuns de ataques são os códigos maliciosos – softwares criados para uso mal intencionado – e a varredura sustentada – atividade de reconhecimento projetada para coletar informações sobre o sistema alvo.


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