Internet sem fios cobre 67% dos metrôs da América Latina

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Um estudo, cofinanciado entre a Ericsson e a New Cities Foundation, revelou que 67% das linhas de metrô da América Latina estão conectadas à internet, seja por Wi-Fi, seja via redes móveis 2G, 3G ou 4G. A média mundial é de 77% colocando nossa região ao nível da América do Norte e apenas acima da

Um estudo, cofinanciado entre a Ericsson e a New Cities Foundation, revelou que 67% das linhas de metrô da América Latina estão conectadas à internet, seja por Wi-Fi, seja via redes móveis 2G, 3G ou 4G. A média mundial é de 77% colocando nossa região ao nível da América do Norte e apenas acima da Euro-Ásia.

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Um total de 48 linhas de metrô de 28 países foram estudadas nesta pesquisa da New Cities Foundation. Na América Latina, foram analisados os metrôs do Brasil mas também de Argentina, Chile e México, tanto ao nível dos vagões como das estações. Os primeiros têm uma cobertura de 50% sendo que em 33% ela é total. Quanto às estações, a cobertura é de 67% sendo que é total em apenas 17%.

Ao nível do tipo de conectividade, sente-se ainda a falta do 4G que é inexistente em nossa região. Para além da cobertura por Wi-Fi, é possível aceder via rede móvel mas apenas através do 3G. Fora a Euro-Ásia (Rússia, Cazaquistão e Ucrânia, neste estudo), a América Latina é a única região onde isso acontece. Por exemplo na América do Norte, toda a parte da rede coberta tem já cobertura LTE. O 2G ficou já para trás em quase todo o mundo à exceção da Europa onde ainda cobre uma pequena parte da oferta.

Existem ainda grandes diferenças na oferta de cobertura em estações, sendo que apenas 60% dos metrôs analisados oferecem cobertura total, ou seja, presente em todas as estações que compõem as linhas. Nos outros 40% encontramos as cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo sendo que os cariocas estão muito atrás pois apenas uma porcentagem abaixo de 25% das estações estão conectadas ao passo que os paulistas se encontram no extremo oposto com mais de 75% das estações disponibilizando cobertura.

No futuro se espera uma evolução positiva pois em mais de 80% da rede de metrôs brasileiros presentes neste estudo, existem já planos de expandir a conectividade nas linhas já existentes bem como de a precaver nas novas estações a construir.


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