Baidu abre primeiro escritório na América Latina

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Presente no Brasil desde o final de 2013, o Baidu, segundo maior provedor de pesquisas na internet do mundo, abriu seu escritório na cidade de São Paulo. Segundo a multinacional chinesa, o escritório conta com algumas das tecnologias de ponta que a companhia já comercializa em seu país de origem. A área de trabalho, por

Presente no Brasil desde o final de 2013, o Baidu, segundo maior provedor de pesquisas na internet do mundo, abriu seu escritório na cidade de São Paulo.

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Segundo a multinacional chinesa, o escritório conta com algumas das tecnologias de ponta que a companhia já comercializa em seu país de origem. A área de trabalho, por exemplo, é monitorada por câmeras Wi-Fi integradas ao serviço de nuvem do Baidu. Na China, o Baidu oferece 2 terabytes de armazenamento em nuvem gratuitamente para usuários de seus serviços.

“Tentamos colocar em nosso escritório um pouco das inovações oferecidas e desenvolvidas pelo Baidu. Assim, nossos funcionários se familiarizam com um dos objetivos da empresa, que é disponibilizar tecnologia de ponta para a rotina das pessoas”, afirmou em nota Yan Di, diretor-geral do Baidu no Brasil. Ao todo, a sede brasileira do Baidu conta com 17 funcionários.

Além das câmeras Wi-Fi, o espaço conta com uma balança Wi-Fi que sincroniza dados da saúde dos funcionários, como peso e percentual de gordura, e envia estes dados, de forma privativa, para apps dos usuários. Esta balança é um produto comercializado pelo Baidu na China. Outros gadgets utilizados no dia a dia são tecnologias de vídeo-conferência, aspirador-robô para limpeza do ambiente, campanhia integrada a aplicativos para smartphone e até copos inteligentes capazes de monitorar o volume de líquido bebido, ao longo do dia, por uma pessoa. Esses dados são enviados para uma conta privada do usuário na nuvem

A operação brasileira será o ponto de partida para a expansão da companhia para outros mercados da América Latina.

No segundo semestre deste ano, o Baidu disponibilizou seu serviço de busca em português, que tem mais de 80% de participação de mercado no gigantesco mercado chinês.

Este ano, a companhia assinou um acordo com o governo brasileiro em que se compromete a montar um centro de pesquisa e desenvolvimento de classe mundial no país. No mundo, a empresa mantém centros de pesquisa em Cingapura, Tóquio, Vale do Silício, Beijing, Xangai e Shenzhen.

O acordo prevê ainda investimentos em startups brasileiras e na contratação, na China, de estudantes brasileiros que vivem na Ásia e são integrantes do programa Ciência Sem Fronteiras do governo federal.


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