Banco PINE conecta unidades no Brasil e EUA com vídeo colaboração

EmpresasNegócios

Desafiar as barreiras impostas pela distância física e inovar a forma de gerir o negócio. Esses foram os principais objetivos do banco de atacado PINE, instituição financeira brasileira focada no relacionamento de longo prazo com clientes de grande porte e investidores, ao adotar a vídeo colaboração para incrementar a sua comunicação. Segmentado em três principais

Desafiar as barreiras impostas pela distância física e inovar a forma de gerir o negócio. Esses foram os principais objetivos do banco de atacado PINE, instituição financeira brasileira focada no relacionamento de longo prazo com clientes de grande porte e investidores, ao adotar a vídeo colaboração para incrementar a sua comunicação.

video guidance software

Segmentado em três principais linhas, o banco atua com Crédito Corporativo, disponibilizando crédito e financiamento, e também com Mesa para Clientes, que oferece produtosde administração de riscos e hedge. Possuem ainda uma terceira frente, que é o PINE Investimentos, unidade que oferece soluções nas áreas de Mercado de Capitais, Assessoria Financeira e Project & Structured Finance.

A instituição financeira utiliza uma plataforma de vídeo colaboração para conectar suas nove agências no Brasil, localizadas em Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP) e São José do Rio Preto (SP), além da Matriz, em São Paulo (SP). Possuem também uma conexão com Nova York, onde está uma de suas filiais. Anteriormente, devido a esta ramificação geográfica, os colaboradores do Banco Pine consumiam um tempo precioso em deslocamentos, período em que poderiam estar envolvidos em projetos mais estratégicos. Além disso, quando a presença física dos executivos era mandatória para a viabilidade de uma reunião, a conciliação de suas agendas era algo bastante complicado, o que retardava em muito a sua realização. A instituição financeira ainda tinha custos elevados com as viagens, que iam desde passagens e hospedagem até alimentação e deslocamento terrestre. Com o apoio da plataforma Polycom RealPresence, o principal requisito foi atendido: permitir a realização de reuniões em vídeo com a mesma a qualidade e produtividade de encontros presenciais e de forma segura. Essa adoção ainda gerou aos colaboradores do Banco PINE uma conquista imensurável: melhora na qualidade de vida.

Graças ao intenso uso do sistema de vídeo colaboração, que começou a ser implementado em 2012 e que hoje já se encontra disseminado em todo o banco, este ano o PINE adquiriu duas novas unidades de videoconferência, para utilização em sua matriz.

“Os nossos objetivos iniciais foram atingidos e as expectativas foram superadas. A facilidade de se realizar a conexão entre as unidades e a qualidade da imagem e do áudio fizeram com que o uso da videoconferência se espalhasse pela empresa de maneira natural, sem a nossa intervenção. Temos utilizado a vídeo colaboração para treinamentos, reuniões da área Comercial e Administrativa, reuniões com clientes nas agências e até com clientes de outras empresas”, afirma Felipe Redondo, superintendente executivo de Tecnologia da Informação do Banco Pine.

Agilidade e proximidade 

Com o sistema de vídeo colaboração, o Banco PINE ganhou agilidade nas decisões de negócio, principalmente tratando-se das unidades mais distantes da Matriz, como Nova York, onde as reuniões não ocorriam com tanta frequência e, agora, podem acontecer de imediato, à medida que um novo tema necessita ser debatido. Frente à rapidez nas tomadas de decisão, os gestores da instituição também identificaram uma melhora na produtividade de diversos processos. A dinâmica dos Comitês tem sido muito mais produtiva com a possibilidade de reunir todos os envolvidos simultaneamente e ainda com acesso ao recurso de compartilhamento de documentos. Entre estes, o mais beneficiado foi o Comitê de Crédito, no qual são tomadas as principais decisões de negócios da companhia e discutidos os projetos de crédito em andamento. Mas, também os treinamentos, entrevistas e demais reuniões que envolvem pessoas em locais distintos foram completamente modificados, ganhando cada vez mais agilidade.

“Com a videoconferência conseguimos reunir todas as pessoas necessárias de forma otimizada e sem a necessidade de perder tempo com deslocamentos. A qualidade do áudio e do vídeo, que são excelentes, sem truncagem ou defasagem, foram aspectos fundamentais que nos permitiram alcançar esse retorno. Não seria possível fazer uma reunião produtiva sem essas características”, enfatiza Redondo.

Segundo Redondo, o aspecto da segurança proporcionada pelo sistema foi crucial nesse sentido, já que muitas das reuniões realizadas presencialmente tinham caráter estratégico e não poderia existir a possibilidade de vazamento das informações.

Como resultado, o Banco Pine já atingiu uma expressiva economia financeira, que cresce continuamente com o avanço da utilização da vídeo colaboração. Desde a implantação do sistema, em 2012, a economia anual do PINE associada diretamente á adoção da plataforma, já evoluiu para cerca de R$ 250 mil ao ano.

Recursos Tecnológicos

A tecnologia disponível nos componentes foi essencial para o sucesso do projeto do banco. A instituição utiliza todos os recursos disponíveis nos equipamentos Polycom: conexão multiponto, via Internet e MPLS, e compartilhamento de documentos. A rede MPLS contratada de um provedor de serviço é utilizada para a conexão das nove agências no Brasil. Já a unidade de Nova York é conectada via link Internet com IP dedicado.

A contratação do projeto ocorreu na modalidade aluguel ou SaaS (Software as a Service), onde o valor do projeto é diluído em pagamentos mensais e os próprios resultados obtidos pagam esse investimento. O que viabilizou financeiramente a implementação do sistema no Banco PINE, que utiliza sua infraestrutura de telecomunicações já existente, sem nenhum custo adicional. “Do ponto de vista técnico, se não fosse bom, não teria dado tão certo. Em resumo, não temos mais como viver sem a vídeo colaboração”, finaliza Redondo.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor