Centros globais ampliam competitividade do Brasil em TICs

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O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgílio Almeida, destacou a importância dos centros globais de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a inclusão do Brasil nas cadeias globais. Segundo ele, esses centros fazem a ligação da pesquisa avançada para a geração de produtos que podem competir não apenas

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgílio Almeida, destacou a importância dos centros globais de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a inclusão do Brasil nas cadeias globais.

Seminário sobre centros globais de pesquisa e desenvolvimento em TICs

Segundo ele, esses centros fazem a ligação da pesquisa avançada para a geração de produtos que podem competir não apenas no Brasil, mas também no mercado internacional.

O tema está sendo debatido ao longo do dia no seminário Centros Globais de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia da Informação e Comunicação, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O evento busca promover um ambiente de encontro para as empresas apresentarem e discutirem os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em curso no Brasil.

Virgilio Almeida comentou que os centros globais também mostram a vitalidade do setor de tecnologias da informação e comunicação (TICs) no país, que, de acordo com o representante do MCTI, cresceu 10,8% em 2013, enquanto a média global foi de 5,9%.

Ele acrescentou que, há dez anos, as pesquisas eram realizadas só nas universidades e hoje ocorrem também nas empresas. “Os alunos de pós-graduação não precisam ir só para as universidades”, analisou. Para o secretário, é preciso estreitar os laços entre os setores acadêmico e industrial, para transformar a pesquisa avançada em produtos e serviços.

Memorandos

O Brasil assinou memorandos de entendimentos com a Microsoft, a EMC², a Intel e a SAP para a instalação, no país, de quatro centros globais de pesquisa e desenvolvimento. Participam do encontro no Rio de Janeiro, além de representantes do governo federal e dessas empresas, executivos da Huawei, GE, Baidu, IBM Intel, ITV e Frescal e do centro de pesquisa em tecnologias da informação e comunicação CPqD.

Na abertura estiveram presentes o representante da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Renato Machado Cotta, o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Lisandro Granville, e a coordenadora do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE) da UFRJ, Cláudia Lage da Motta.


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