Universidade paulista terá rede acadêmica de cem Gbps

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A rede ANSP, que permite que investigadores em São Paulo comuniquem com seus colegas no estrangeiro, quer em 2015 instalar uma ligação de cem Gbps (gigabits por segundo) até à região de Miami nos Estados Unidos, recorrendo a uma rede submarina de fibra ótica de dez mil quilômetros já existente. Este novo link vai fomentar

A rede ANSP, que permite que investigadores em São Paulo comuniquem com seus colegas no estrangeiro, quer em 2015 instalar uma ligação de cem Gbps (gigabits por segundo) até à região de Miami nos Estados Unidos, recorrendo a uma rede submarina de fibra ótica de dez mil quilômetros já existente.

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Este novo link vai fomentar a rapidez da comunicação entre as instituições acadêmicas e de pesquisa que façam parte da rede ANSP e as universidades e centros de investigação nos Estados Unidos, com uma velocidade que será 2,5 vezes maior que a de 40 Gbps de que se dispõe agora.

Luis Fernandez Lopez, responsável pelas operações da rede ANSP, disse que a ligação deverá estar funcional nos primeiros seis meses do próximo ano, acrescentando que esta será a primeira ligação acadêmica de internet de cem Gbps entre dois países em lados opostos da linha do Equador.

Existiam já três links entre Miami e São Paulo, mas as transmissões eram limitadas a uma velocidade de dez Gbps em cada um deles, o que torna a comunicação bastante difícil.

2015 será um ano repleto de novos projetos que exigirão uma maior velocidade das redes, possibilitando uma mais veloz e mais eficiente transmissão de informação entre os investigadores da América do Norte e os de São Paulo.

O link de 100 gigabits por segundo será capaz de suportar esse aumento do fluxo de dados e permitirá transmiti-lo de uma só vez”, disse Lopez.

 


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