Acadêmicos em conferência luso-brasileira sobre Open Access

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Até 8 de outubro, mais de duas centenas de acadêmicos, bibliotecários e gestores de repositórios, de Portugal e do Brasil vão se reunir na Universidade de Coimbra para discutirem os desafios e as vantagens do Acesso Aberto (Open Access) Mais de duas centenas de participantes, entre académicos, bibliotecários e gestores de repositórios, vão discutir em

Até 8 de outubro, mais de duas centenas de acadêmicos, bibliotecários e gestores de repositórios, de Portugal e do Brasil vão se reunir na Universidade de Coimbra para discutirem os desafios e as vantagens do Acesso Aberto (Open Access)

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Mais de duas centenas de participantes, entre académicos, bibliotecários e gestores de repositórios, vão discutir em Coimbra, Portugal, os desafios e as vantagens do Acesso Aberto (Open Access) que consiste na disponibilização livre, na Internet, de cópias gratuitas de vários tipos de documentos: artigos de revistas científicas revistos por pares (peer-reviewed), comunicações em conferências, relatórios técnicos, teses, etc., com o objetivo central de tornar os resultados de investigação acessíveis em linha para toda a comunidade científica.

Direitos de autor, preservação digital, sistemas de gestão da ciência e tecnologia, políticas e mandatos de acesso aberto e ciência aberta, são alguns dos temas em análise na 5ª conferência luso-brasileira sobre acesso aberto.

Ana Maria Eva Miguéis, coordenadora do SIBUC – Serviço Integrado das Bibliotecas da Universidade de Coimbra refere, a este propósito que “independentemente das áreas em que trabalham, os investigadores publicam seus resultados para afirmarem sua autoria mas também para permitir que outros investigadores desenvolvam novas pesquisas a partir deles”.

Assim, defende que o trabalho dos autores e investigadores seja disponibilizado em acesso aberto pois “aumenta a visibilidade e o impacto da investigação desenvolvida, através de uma maior acessibilidade, o que representa uma vantagem óbvia das universidades, e suas unidades orgânicas (centros de investigação), assim como dos investigadores individualmente considerados”.

Segundo a organização, este encontro pretende essencialmente “promover a partilha, discussão, produção e divulgação de conhecimentos, práticas e pesquisa sobre o acesso aberto em todas suas dimensões e perspetivas, servindo de catalisador à disseminação de políticas, investigação e desenvolvimento na área”.


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