JP Morgan atingida por um dos maiores ciberataques de todos os tempos

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A entidade bancária JP Morgan Chase, uma das maiores dos Estados Unidos, foi vítima de um ataque cibernético que afetou 83 milhões das suas contas: 76 milhões de contas particulares e sete milhões pertencentes a pequenos negócios. Sendo um dos maiores ataques do seu gênero até hoje descoberto, operou indetectado durante aproximadamente um mês. Depois de em julho

A entidade bancária JP Morgan Chase, uma das maiores dos Estados Unidos, foi vítima de um ataque cibernético que afetou 83 milhões das suas contas: 76 milhões de contas particulares e sete milhões pertencentes a pequenos negócios.

jpmorgan

Sendo um dos maiores ataques do seu gênero até hoje descoberto, operou indetectado durante aproximadamente um mês. Depois de em julho ter sido descoberto e de no mês seguinte ter sido comunicado ao público, a firma norte-americana revelou que um milhão de contas haviam sido comprometidas.

Contudo, as mais recentes informações, reveladas ontem, apontam para que o ciberataque pode ter sido mais danoso do que o que se estimava.

Apesar de terem sido furtados nomes, endereços de correio eletrônico e contatos telefônicos, a JP Morgan assegurou que informações financeiras e dados de acesso – como números da Segurança Social – não foram comprometidos.

A empresa afirmou que não tem registo de nenhuma atividade fraudulenta relacionada a esse incidente, e que os cliente não seriam responsabilizados por transações não autorizadas que envolvam as suas contas, desde que notifiquem prontamente o banco atingido.

A JP Morgan Chase está cooperando com o FBI e o Serviço Secreto norte-americano para desvendar a origem do ataque.

Esta invasão, que pode ser uma das maiores de todos os tempos, acontece na sequência de uma série de violações maciças de segurança que atingiram várias instituições nos Estados Unidos.

Nos primeiros dias de 2014, o diretor executivo da JP Morgan, Jamie Dimon, comunicara que a firma planejava desembolsar cerca de US$ 250 milhões para reforçar a segurança dos seus sistemas digitais, dizendo ainda que esta é uma guerra cujo fim é incerto, tal como o seu vencedor, pois é cada vez mais difícil antecipar as jogadas de adversários tão sofisticados como os crackers de hoje.

 


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