VimpelCom abandona parceria de telecomunicações

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A empresa de telecomunicações VimpelCom, cujo maior acionista é o multimilionário russo Mikhail Fridman, não conseguiu chegar a um acordo relativamente a uma parceria com a empresa de investimentos chinesa Hutchison Whampoa, que visava a criação daquela que seria a maior operadora wireless de Itália, em volume de clientes. De acordo com informação avançada em

A empresa de telecomunicações VimpelCom, cujo maior acionista é o multimilionário russo Mikhail Fridman, não conseguiu chegar a um acordo relativamente a uma parceria com a empresa de investimentos chinesa Hutchison Whampoa, que visava a criação daquela que seria a maior operadora wireless de Itália, em volume de clientes.

VimpelCom

De acordo com informação avançada em julho, por fontes próximas do assunto, a VimpelCom recuperou este ano as negociações com a Hutchison Whampoa para fundirem seus ativos italianos. Mas a parceria caiu por terra devido a dissonâncias relativas ao controlo da entidade resultante.

O jornal russo Vedomosti comunicou ontem que a VimpelCom manteria o controlo operacional da parceria, mas cederia à Hutchison o conselho de administração da nova empresa. O novo negócio monopolizaria cerca de 33 milhões de clientes mobile, superando o número de subscritores da líder do mercado italiano Telecom Italia, dona da TIM. As receitas anuais combinadas chegariam aos US$ 6 bilhões.

A Itália é o segundo país com maior expressão no faturamento da empresa que aí atua sob a marca Wind. Melhor só na Rússia. A empresa atua ainda no Canadá e na Grécia, para além de vários países do leste europeu, Ásia e também África Central.

A VimpelCom assegurou, sem avançar mais detalhes, que está perscrutando o mercado em busca de novos parceiros.


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