Fujitsu centra-se na inovação humanocêntrica

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A inovação humanocêntrica, ou seja a inovação centrada no ser humano, continua a estar no centro da mensagem que a Fujistu quer passar ao mercado. Assistimos a isso em maio deste ano, em Tokyo, uma postura agora replicada em Munique, onde mais uma vez a empresa nipónica fez o seu evento anual que juntou decisores,

A inovação humanocêntrica, ou seja a inovação centrada no ser humano, continua a estar no centro da mensagem que a Fujistu quer passar ao mercado. Assistimos a isso em maio deste ano, em Tokyo, uma postura agora replicada em Munique, onde mais uma vez a empresa nipónica fez o seu evento anual que juntou decisores, data center experts, gestores de produto, arquitetos de TI, consultores e cerca 150 jornalistas.

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Mas afinal, qual o principal objetivo da tal inovação humanocêntrica? Basicamente, dizem os executivos, é mostrar ao mundo até que ponto se pode aproveitar o poder das TIC para acelerar a inovação que ajuda as pessoas e contribui para dar uma solução a uma série de desafios vividos pelas empresas e pela sociedade.

No Fujitsu Forum 2014, em Munique, a empresa nipónica garantiu que o começo da era hiperconectada vai gerar uma revolução digital que criará um mundo onde as fronteiras existentes entre setores, entre físico e digital, empresas e indivíduos, irão praticamente desaparecer. Basicamente, a Fujitsu defende uma visão na qual conceitos como cloud, mobilidade, Big Data, redes sociais e a Internet das Coisas vão ajudar a construir uma Sociedade Inteligente Centrada no Ser Humano.

Alguns dos anúncios feitos em Munique passaram por um claro investimento nas capacidades de Distribuição Global. A Fujitsu está a investir perto de 345 milhões de euros ao longo de três anos para fortalecer as suas capacidades de Distribuição Global, nomeadamente através da criação de novos serviços TIC de valor acrescentado e soluções inovadoras.

Outro anúncio feito em Munique foi a nova família de sistemas integrados Primeflex que irá potenciar a chegada das infraestruturas TIC hiperconectadas. Os sistemas Primeflex abrangem soluções de parceiros Fujitsu como a Microsoft, a VMware e a SAP.

Houve ainda lugar ao lançamento do Fujitsu PalmSecure ID Match, uma solução portátil para salvaguardar a identidade e dados valiosos.

Por último, convém ressalvar que dois dos quatro case-studies apresentados em Munique foram de empresas portuguesas. Os CTT e a EDP estiveram em destaque na conferência de imprensa como caso de sucesso no uso das Tecnologias Fujitsu.

Neste Forum, a Fujitsu anunciou a disponibilização bem-sucedida de uma infraestrutura otimizada e de um serviço abrangente que assegura que o ambiente SAP Hana da EDP está totalmente operacional antes do fim do prazo para a liberalização do mercado de energia português em 2015. Por esta altura, todos os clientes de energia em Portugal terão de migrar os seus contratos para um fornecedor certificado, e a EDP acredita que alcança uma vantagem competitiva baseada na gestão em tempo real dos seus clientes e das suas necessidades, através da aplicação de negócios Customer Relationship Management (CRM), agilizada e simplificada pela Fujitsu.

Outro caso apresentado foi o dos CTT. Neste evento a Fujitsu pode anunciar um novo contrato com os Correios de Portugal para gerir mais de nove mil dispositivos, incluindo PC de secretária, thin clients, notebooks e impressoras, bem como múltiplos dispositivos postais nas estações de correios.


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