Positivo expande operações para o continente africano

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A Positivo Informática anunciou a entrada no mercado africano, por meio de sua joint venture com o grupo argentino BGH. O início das operações do outro lado do Atlântico foi marcado pela assinatura de contrato com o governo de Ruanda para produção e venda de computadores sob a marca Positivo BGH no mercado local. O

A Positivo Informática anunciou a entrada no mercado africano, por meio de sua joint venture com o grupo argentino BGH. O início das operações do outro lado do Atlântico foi marcado pela assinatura de contrato com o governo de Ruanda para produção e venda de computadores sob a marca Positivo BGH no mercado local.

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O acordo prevê a contratação de um volume mínimo de 750 mil equipamentos, com cronograma de entrega distribuído ao longo de cinco anos. Pelo menos 50 mil laptops educacionais devem ser faturados até dezembro deste ano, com início das entregas previsto para o primeiro semestre de 2015.

A proposta da Positivo Informática e da BGH é levar à Ruanda o conceito do uso de tecnologia em sala de aula para alunos de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com o Ministério da Educação local. Os computadores e tablets que compõem o acordo virão com conteúdo educacional pré-embarcado. “Estamos confiantes na execução e no sucesso desse projeto em Ruanda pelo know-how que acumulamos ao desenvolver projetos educacionais no Brasil, na Argentina e no Uruguai”, disse em comunicado Norberto Maraschin Filho, vice-presidente de Mobilidade e Negócios Internacionais.

Segundo o executivo, a estreia no continente africano também está alinhada ao objetivo da Positivo Informática de ampliar a diversificação de seus negócios por meio da internacionalização de sua operação. Continuam no foco o desenvolvimento de novos clientes, projetos e mercados de atuação, acompanhando o amadurecimento do negócio. “Temos um histórico sólido e bem-sucedido da joint venture com a BGH no Uruguai e na Argentina, mercados nos quais a marca Positivo BGH têm mantido uma posição de destaque nos grandes projetos educacionais e no mercado de varejo. Vamos trabalhar para repetir esse modelo de sucesso na África também”, completa Norberto.

Os equipamentos serão produzidos em uma fábrica própria, com área total de 7.500m² em Kigali, capital de Ruanda, inicialmente com capacidade produtiva nominal mensal de 60 mil PCs e tablets.

O setor educacional sempre foi um dos focos da Positivo. Inicialmente, a companhia foi formada justamente para produzir máquinas para rodarem o conteúdo criado pelo braço de conteúdo da empresa. Mesmo com o fortalecimento da operação de PCs e outros dispositivos, a Positivo segue como referência no segmento educacional.

A expertise da empresa em produzir equipamentos de baixo custo em escala será particularmente importante em Ruanda e no resto da África, pois são mercados em desenvolvimento, muitos sensíveis a preço, com grande potencial de vendas.


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