Petronas otimiza operações com vídeo colaboração

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A Petronas Lubrificantes Brasil decidiu encurtar distâncias, recorrendo à vídeo colaboração para ligar mais de 400 usuários, espalhados por vários pontos do mundo. A empresa pertence à Malásia Petroliam National Berhad, resultando da fusão entre duas companhias de lubrificantes e fluidos funcionais, a FL Selenia e a Petronas Unidade de Lubrificantes. Com mais de dois

A Petronas Lubrificantes Brasil decidiu encurtar distâncias, recorrendo à vídeo colaboração para ligar mais de 400 usuários, espalhados por vários pontos do mundo.

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A empresa pertence à Malásia Petroliam National Berhad, resultando da fusão entre duas companhias de lubrificantes e fluidos funcionais, a FL Selenia e a Petronas Unidade de Lubrificantes. Com mais de dois mil colaboradores, espalhados pelos continentes do mundo, a ramificação internacional dificultava as reuniões presenciais.

Para tornar a vida mais fácil no quesito de reuniões, a plataforma de vídeo Polycom RealPresence possibilita ligar os quatro pontos de videoconferência da Petronas: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Quilmes, na Argentina. Assim, por meio dessa infraestrutura, os departamentos da empresa e seus 400 usuários estão conectados.

A plataforma de vídeo permite uma solução de interface gráfica intuitiva, que permite acelerar as comunicações unificadas entre a empresa.

“Antes do uso das soluções de vídeo colaboração, todas as reuniões e treinamentos eram realizados presencialmente, o que não contribuía para as operações, uma vez que tornavam as atividades mais lentas e onerosas. Após a implantação da plataforma, as reuniões tornaram-se mais frequentes, otimizando a operação e reduzindo os custos. Além disso, os equipamentos proporcionam uma excelente comunicação visual, aperfeiçoando a colaboração desde a mesa de trabalho até a sala de conferência”, enfatiza Fábio Nascimento, analista sênior de TI da Petronas Lubrificantes Brasil.

Essa é a primeira experiência de vídeo colaboração da Petronas e, após a implementação do sistema, que teve um duração de três meses, o retorno do investimento do projeto foi obtido em menos de 12 meses. Tudo graças à economia com as despesas de deslocamento dos colaboradores – devido aos grandes custos das viagens internacionais.


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