56% dos brasileiros trabalham de casa em algum momento

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O estudo Global Evolving Workforce, voltado a identificar as atuais e futuras tendências que afetam as formas de trabalho e os ambientes corporativos, teve sua mais recente edição divulgada pela Dell, em parceria com a Intel. A pesquisa ouviu quase 5 mil profissionais de pequenas, médias e grandes empresas em 12 países, incluindo o Brasil,

O estudo Global Evolving Workforce, voltado a identificar as atuais e futuras tendências que afetam as formas de trabalho e os ambientes corporativos, teve sua mais recente edição divulgada pela Dell, em parceria com a Intel.

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A pesquisa ouviu quase 5 mil profissionais de pequenas, médias e grandes empresas em 12 países, incluindo o Brasil, e identificou uma série de tendências que podem ajudar os líderes de negócio, gestores de TI e profissionais de Recursos Humanos a recrutar, desenvolver e reter os profissionais.

No Brasil, uma das descobertas do estudo, que entrevistou 501 profissionais locais, é de que 56% dos brasileiros afirmam trabalhar, pelo menos em algum momento, de casa. O índice fica abaixo dos demais países emergentes – onde essa porcentagem é de 68% – e acima dos 31% nos mercados desenvolvidos.

Cerca de três quartos (75%) dos profissionais brasileiros checam o e-mail corporativo fora do horário de expediente e 59% fazem chamadas telefônicas profissionais após as horas de trabalho.

“Esse estudo confirma a percepção de que o brasileiro é um profissional bastante conectado ao trabalho e que valoriza a flexibilidade de horário e local para executar suas tarefas. O que reforça a estratégia da Dell de oferecer, cada vez mais, um portfólio completo de computadores e tablets que atendam necessidades pessoais e profissionais”, afirmou em comunicado Luis Gonçalves, Presidente da Dell Brasil.

A pesquisa também apontou forte uso de equipamentos pessoais na atividade profissional. 56% dos entrevistados brasileiros acessam conteúdo corporativo a partir de seus próprios dispositivos.

Cerca de 42% dos brasileiros entrevistados na pesquisa Global Evolving Workforce apontam que os departamentos de TI não estão cientes do uso dos equipamentos pessoais no trabalho. “Um dado que serve de alerta para que as empresas repensem as formas de gerenciamento do acesso à rede corporativa, com o intuito de aumentar a segurança da informação e evitar o vazamento de dados, mas, ao mesmo tempo, sem limitar a mobilidade dos funcionários e a capacidade de acessar os dados de qualquer dispositivo, hora e local”, pontua Luis Gonçalves.

O estudo constatou que no Brasil ainda há uma predominância no uso de desktops no ambiente corporativo. 83% dos profissionais afirmam usar esse tipo de equipamento para trabalho, sendo que 51% combinam esse modelo com outros dispositivos. O laptop aparece como o segundo device mais utilizado para trabalhar, citado por 37% dos entrevistados, seguido pelo smartphone, com 31%. Os tablets e os equipamentos 2 em 1, são usados, respectivamente, por 16% e 17%.

Ainda de acordo com a pesquisa, os profissionais brasileiros usam, em média, de 2 a 3 dispositivos para trabalhar. Entre as pessoas que afirmam utilizar o tablet no ambiente de trabalho, essa média salta para 4,1 aparelhos por usuário.

“O que temos percebido é que essa necessidade de conectividade e acesso à rede corporativa por múltiplos dispositivos impacta também no aumento das demandas por projetos nas áreas de cloud computing, big data, mobilidade e segurança”, analisa o Presidente da Dell Brasil. “Nos últimos anos, a Dell fez uma série de aquisições que nos prepararam para atender esse novo momento das corporações, por meio da oferta de um portfólio de soluções de TI ponta-a-ponta, que atende a empresas dos mais diversos portes e perfis”, complementa.

Quando questionados sobre o futuro da tecnologia, os profissionais consultados na pesquisa apontam para a manutenção da tendência de mobilidade. Nesse sentido, no Brasil, 80% dos entrevistados acreditam que o tablet tende a substituir, eventualmente, o notebook. Ao mesmo tempo, acreditam que a tecnologia deve tornar a vida dos trabalhadores mais simples. Nesse sentido, 42% dos entrevistados no país apontam que a biometria vai ser o principal meio de acesso às empresas, substituindo crachás e senhas.


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