Bancos ingleses não levam a sério as ameaças cibernéticas

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A informação é do Banco de Inglaterra que aponta como muito perigoso o fato de executivos de topo de várias entidades de serviços financeiros, banqueiros inclusive, não terem sua atenção focada nas ameaças cibernéticas a que estão expostos e nas possíveis consequências. De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais do banco central, as

A informação é do Banco de Inglaterra que aponta como muito perigoso o fato de executivos de topo de várias entidades de serviços financeiros, banqueiros inclusive, não terem sua atenção focada nas ameaças cibernéticas a que estão expostos e nas possíveis consequências.

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De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais do banco central, as atividades cibercriminosas custam à economia global cerca de de US$ 445 bilhões todos os anos. O mais assustador é que este valor tem tendência a subir uma vez que o problema não está a ser devidamente combatido.

Os bancos continuam a padecer de uma particular vulnerabilidade a ciberataques, apesar das centenas de milhões de dólares despendidos na fortificação de suas defesas digitais. Na maioria dos incidentes as motivações dos criminosos passam pelo roubo de dinheiro ou de informação dos clientes e pelo desequilíbrio dos mercados financeiros.

O Comité de Políticas Financeiras do Banco de Inglaterra afirmou que as entidades bancárias tendem a incorrer no erro de colocar as ameaças cibernéticas na dimensão das simples complicações técnicas, ao invés de as considerarem problemas que devem ser atendidos pelos mais elevados estratos hierárquicos das organizações.

Este ano, por exemplo, a JPMorgan Chase deixou dados de 83 milhões de clientes seus caírem nas mãos de criminosos cibernéticos.

O Comité avançou que é imperativo que as firmas financeiras testem suas próprias defesas – em ambientes controlados – contra eventuais ataques informáticos, acrescentando que os bancos britânicos tendem a fechar os olhos às falhas que tornam permeáveis suas defesas cibernéticas.


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