Coréia do Norte aprova ataque à Sony mas nega participação

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Em um comunicado no mínimo controverso, a cúpula da Coréia do Norte declarou que, apesar de considerar o ataque contra os estúdios Sony Pictures “um ato de justiça”, o país não foi responsável pelo maciço ataque cracker que comprometeu profundamente a segurança dos sistemas do estúdio e levou ao vazamento de informações confidenciais e filmes

Em um comunicado no mínimo controverso, a cúpula da Coréia do Norte declarou que, apesar de considerar o ataque contra os estúdios Sony Pictures “um ato de justiça”, o país não foi responsável pelo maciço ataque cracker que comprometeu profundamente a segurança dos sistemas do estúdio e levou ao vazamento de informações confidenciais e filmes inteiros que ainda não tinham sido lançados em grande circuito.

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O comunicado foi emitido pela Agência Central de Notícias da Coréia do Norte e foi publicado primeiro pelo New York Times.

Pyongyang afirmou que o ataque pode ter sido arquitetado por simpatizantes do regime norte-coreano, que aviltados pela comédia “A entrevista” (The Interview), que mostra, de forma irônica, um fictício plano para assassinar o líder do governo Kim Jong-Un. Exibido apenas em mostras fechadas, o filme estreará em circuito mundial no final de dezembro.

O filme foi considerado um “ato irresponsável de terrorismo” e levou a Coréia do Norte a entrar com uma queixa formal nas Organização das Nações Unidas (ONU), pedindo que a comédia seja banida mundialmente.


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