Empresas brasileiras têm US$26 bi de prejuízo por perda de dados

Data StorageEmpresasNegóciosSoftwareStorage

A EMC, especializada em soluções profissionais de armazenamento, divulgou os resultados de um novo estudo global sobre proteção de dados, que revela que a perda de dados e o tempo de inatividade custaram às empresas brasileiras US$ 26 bilhões nos últimos doze meses. Mundialmente, o montante foi de US$ 1,7 trilhão. A perda de dados

A EMC, especializada em soluções profissionais de armazenamento, divulgou os resultados de um novo estudo global sobre proteção de dados, que revela que a perda de dados e o tempo de inatividade custaram às empresas brasileiras US$ 26 bilhões nos últimos doze meses.

storage

Mundialmente, o montante foi de US$ 1,7 trilhão. A perda de dados cresceu perto de 400% desde 2012 mundialmente, enquanto – surpreendentemente – 62% das organizações no Brasil ainda não confiam integralmente em sua capacidade de recuperação após uma interrupção.

O estudo, denominado EMC Global Data Protection Index, foi realizado pela Vanson Bourne e ouviu 3.300 responsáveis por decisões de TI de médias a grandes empresas em 24 países.

Segundo o apurado, no geral, o número de incidentes de perda de dados está caindo. No entanto, o volume de dados perdidos em um incidente está crescendo exponencialmente. 61% das empresas não têm planos de recuperação de desastres para nenhum desses ambientes e somente 4% têm planos para todos os três.

“Esta pesquisa destaca o enorme impacto monetário do tempo de inatividade não planejado e da perda de dados sobre as empresas de todo o mundo. Já que 62% dos responsáveis por decisões de TI entrevistados encaravam como desafio a proteção da nuvem híbrida, do big data e dos dispositivos móveis, é compreensível que quase nenhum deles tenha confiança em que a proteção de dados será capaz de fazer frente aos futuros desafios dos negócios. Esperamos que o índice global de proteção de dados alerte os líderes de TI sobre a necessidade de parar e reavaliar se suas soluções atuais de proteção de dados e suas metas de longo prazo de estarem alinhadas às exigências de demanda e comerciais de hoje em dia”, declarou em comunicado Guy Churchward, presidente, EMC Core Technologies.

De acordo com o estudo, 61% das organizações não têm plano de recuperação de desastres para cargas de trabalho emergentes e apenas 4% têm planos para big data, nuvem híbrida e dispositivos móveis.

Mais da metade (55%) das empresas considera big data, dispositivos móveis e a nuvem híbrida como difíceis de proteger.

Trabalhar com múltiplos fornecedores também parece não ser uma boa alternativa. Empresas que compram soluções de storage com três ou mais fornecedores perderam quase cinco vezes mais dados em comparação com as que têm estratégia de um só fornecedor.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor