“A Entrevista” estréia sem problemas

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Depois de vários avanços e recuos, a Sony Pictures decidiu manter a estréia do longa “A Entrevista”, nos Estados Unidos, para o dia de Natal, embora restrita a salas independentes, e não houve qualquer relato de problemas nas várias sessões de exibição que têm estado lotadas por todo o país. Como a B!T havia noticiado,

Depois de vários avanços e recuos, a Sony Pictures decidiu manter a estréia do longa “A Entrevista”, nos Estados Unidos, para o dia de Natal, embora restrita a salas independentes, e não houve qualquer relato de problemas nas várias sessões de exibição que têm estado lotadas por todo o país.

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Como a B!T havia noticiado, a produtora norte-americada decidiu aproveitar a disponibilidade de várias salas de cinema independentes que recusaram ceder à pressão exercida por cibercriminosos afetos ao líder da Coréia do Norte, Kim Jong-Un.

Um dia após a exibição do filme em várias salas dos Estados Unidos, parece que as ameaças não foram concretizadas. Recorde-se que o grupo de hacker, denominado Guardians of Peace, havia aconselhado todos os que “procuram diversão através do terror” a recordarem o 11 de Setembro, ameaçando mostrar ” a qualquer instante e em qualquer local onde o filme seja exibido, que o destino pode ser amargo”.

Recorde-se que o filme que irritou o regime de Pyongyang se trata de uma sátira em que dois jornalistas, apresentadores de um talk-show do qual Kim Jong-Un é fã, são recrutados pela CIA para assassinarem o líder norte-coreano, aproveitando a disponibilidade deste para ser entrevistado para o programa.

Embora tudo pudesse não passar de uma brincadeira, o caso tomou contornos de conflito internacional, tendo mesmo levado a que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tenha reagido à pretensão inicial da Sony Pictures em cancelar a emissão do filme lamentando a cedência da multinacional a ameaças terroristas e garantindo que o seu país daria a “resposta adequada”.

Para já, os ânimos parecem ter esfriado. Nos próximos dias, veremos se o episódio foi mesmo ultrapassado ou se, ao invés, se tratou apenas de uma pausa natalina e voltará a existir nova escalada no conflito.


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