Stripe considerada startup revelação de 2014

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Começou sendo pensada em 2009, na Irlanda. Passados cinco anos, é uma startup com parcerias estabelecidas com a Apple, que gera receitas de bilhões de dólares, através de pagamentos online. A indústria é complexa e tem grandes gigantes, como o PayPal, por exemplo. Mas não foi isso que assustou os dois jovens irmãos, Patrick e

Começou sendo pensada em 2009, na Irlanda. Passados cinco anos, é uma startup com parcerias estabelecidas com a Apple, que gera receitas de bilhões de dólares, através de pagamentos online.

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A indústria é complexa e tem grandes gigantes, como o PayPal, por exemplo. Mas não foi isso que assustou os dois jovens irmãos, Patrick e John Collison, de uma cidade no interior da Irlanda, onde a conexão à internet era um pesadelo, de fundarem a sua empresa.

Em 2009, Patrick tinha apenas 21 anos e seu irmão 19. A Stripe já é responsável por uma percentagem dos pagamentos feitos em compras na internet. Além disso, trata também de questões como a prevenção de fraude ou as conversões de moedas. Em cada transação, a Stripe ganha 2,9% do total e uma taxa de cerca de U$0,3.

O objetivo da empresa é que o comércio pela internet possa crescer, assim como ajudar novas gerações de negócio a aceitar outras formas de pagamento. Os fundadores da startup dizem que, em geral, o pagamento é a última parte em que as empresas pensam e consegue ser, também, a mais complexa. E o e-commerce ainda pode crescer mais: entre as empresas dos Estados Unidos, apenas dois por cento fazem comércio online.

2014 foi um ano importante para a Stripe: conseguiu se financiar com U$80 milhões e atingiu uma valorização de U$1,75 bilhões. Mas o crescimento também se deu ao nível das parcerias – com redes sociais como o Twitter ou o Facebook a acrescentar o botão “comprar” – surgiram novos parceiros.


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