Tendências para 2015: TI continuam a ganhar força

EmpresasNegócios

As Tecnologias de Informação, nomeadamente os smartphones, operam mudanças cada vez mais profundas na realidade que nos envolve, nas tarefas do nosso dia-a-dia, e até mesmo na nossa forma de perspetivar o mundo. Considerando o inegável poder das TI no presente – e também no futuro – a Ericsson apresentou as dez mais fortes tendências

As Tecnologias de Informação, nomeadamente os smartphones, operam mudanças cada vez mais profundas na realidade que nos envolve, nas tarefas do nosso dia-a-dia, e até mesmo na nossa forma de perspetivar o mundo. Considerando o inegável poder das TI no presente – e também no futuro – a Ericsson apresentou as dez mais fortes tendências para o ano de 2015 e para os seguintes.

TI

Intitulado “10 tendências de consumo para 2015 e para os anos seguintes”, a quarta edição do relatório anual da Ericsson – desenvolvido no âmbito do Ericsson ConsumerLab – apresentou com uma das maiores tendências a emergência de novos paradigmas de consumo de conteúdos. Os telespectadores vão em 2015, diz o estudo, consumir mais conteúdos via streaming, em detrimento do tradicional padrão de consumo televisivo.

Nos anos vindouros, as casas serão mais tecnologicamente inteligentes. O estudo profetiza a emergência da domótica, visto que os consumidores “revelam grande interesse em ter sensores domésticos que os alertam para aspetos relacionados com a água ou eletricidade, ou que os avisam quando os membros da família entram ou saem de casa”.

Os consumidores cada vez mais exigem formas convenientes, rápidas e eficazes de comunicação, sendo que, de acordo com o estudo, são já muitos os utilizadores de smartphones que “gostariam de usar um equipamento integrado para comunicar com outras pessoas diretamente, usando o pensamento”.

As cidades serão mais inteligentes. O fortalecimento dos investimentos em iniciativas Smart City refletem a transversalidade dos impactos da hegemonia das TI. Os cidadãos querem centros urbanos mais sustentáveis e eficientes, através de, por exemplo, “mapas de volume de trânsito, apps de comparação de utilização energética e testes de qualidade de água em tempo real”, avança o estudo.

Os consumidores estão também cada vez mais abertos à chamada “economia partilhada”, dispostos a alugar as suas divisões vagas ou aparelhos domésticos.

O estudo revelou também que os smartphones são cada vez mais utilizados como ferramentas de pagamento de bens e serviços.

O aumento dos padrões de segurança digital são também uma tendência que será fortalecida nos próximos tempos, visto que os smartphones estão a se transformar(se não o forem já) em extensões dos utilizadores, algo que deles faz parte.

A contínua e crescente migração de software e apps para a cloud torna possível o surgimento de medidores de ritmo cardíaco, apps de jogging e de contagem de calorias. A cloud é, e continuará a ser, uma forte tendência que, segundo os inquiridos, potencia a esperança média de vida dos utilizadores com o surgimento da e-Health.

Os robôs domésticos serão uma forte presença nas nossas casas. 64 por cento dos utilizadores de smartphones estudados pelo Ericsson ConsumerLab “acredita mesmo que a existência destes equipamentos será comum até 2020”.

Por fim, o estudo concluiu que as crianças querem um mundo mais interligado, onde as máquinas cooperam entre si, onde a realidade física se deixa diluir na dimensão digital, e vice-versa.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor