Cinco tendências de Business Intelligence para 2015

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A Qlik, empresa de data discovery, desvenda quais as cinco principais tendências de Business Intelligence para 2015. Da necessidade de formação à expansão do Big Data, estas são as questões que vão marcar o panorama da analítica de dados, este ano. 1. Apesar da expectativa em volta do Big Data, este ainda não vai ser

A Qlik, empresa de data discovery, desvenda quais as cinco principais tendências de Business Intelligence para 2015. Da necessidade de formação à expansão do Big Data, estas são as questões que vão marcar o panorama da analítica de dados, este ano.

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1. Apesar da expectativa em volta do Big Data, este ainda não vai ser o ano da grande expansão

O Big Data pode trazer muitas vantagens para as empresas mas a maioria ainda não tem as ferramentas necessárias para implementar, em pleno, esta tecnologia. Para que as alterações sejam realizadas, é preciso tempo e infraestruturas e as empresas não estão dispostas, neste momento, a dispensar esse tempo. Uma das ferramentas mais conhecidas passa pela integração do social media e é principalmente por aí que passará a utilização do Big Data.

2. É preciso ter cuidado com as visualizações

As visualizações correspondem a uma parte fundamental já que podem influenciar a tomada de decisões mas nem todas as formas de visualização são adequadas e precisas. São, muitas vezes, tecnicamente desadequadas e confusas esteticamente e podem ainda reduzir a informação apresentada, provocando uma ideia errada através da diminuição da conversação e argumentação. Para resolver o problema, é aconselhável evitar ferramentas que dispõem apenas de gráficos, preferindo aquelas que permitem interação.

3. Adaptação é a palavra-chave na mobilidade

A solução para simplificar e facilitar a atividade dos usuários de smartphones e tablets passa pela adaptação e flexibilidade. Este ano, nas escolas dos EUA, por exemplo, o número de Chromebooks vai superar o número de iPads da Apple, mostrando que, aquilo que se considerava constante, na verdade, pode não o ser. São necessárias plataformas adaptáveis que permitam adequar e alterar as características consoante cada usuário e em qualquer equipamento.

4. O ano da nuvem ainda que não por completo

O número de aplicativos na nuvem ascende aos milhares devido à popularidade que esta tecnologia tem demonstrado. Grande parte dos dados das empresas estão a ser armazenados na nuvem através desses aplicativos mas, muitas vezes, sem as próprias terem noção de que isso está a acontecer. A justificação para isso reside na necessidade de ainda guardar as informações na própria empresa para que atividades como limpeza, modelação, transformação ou integração de dados possam ser realizadas. Para que todos os dados possam ser armazenados na nuvem, serão necessárias vários aplicativos.

5. Falta formação para os gestores

Muitos dos gestores ainda não possuem a formação e capacidades necessárias para efetuar as operações do dia-a-dia, apesar do crescente interesse em conceitos como nuvem e Big Data. Esta formação é necessária para que os negócios sejam realizados de forma mais consciente e com menos erros. Donald Farmer da Qlik afirma que é preciso “melhorar a eficiência dos processos de produção um passo de cada vez. Direcionar melhor os seus esforços de marketing. E acima de tudo, dotar os gestores do conhecimento para identificarem, planearem e controlarem estas pequenas alterações quotidianas”.


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