CPqD assina acordo de cooperação em comunicações ópticas

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O CPqD firmou seu primeiro acordo de cooperação tecnológica como unidade credenciada da Embrapii – Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial na área de Comunicações Ópticas. Firmado com a Padtec, o acordo faz parte da parceria mantida com essa empresa visando o desenvolvimento, suporte e evolução de tecnologias inovadoras de sistemas de comunicações ópticas

O CPqD firmou seu primeiro acordo de cooperação tecnológica como unidade credenciada da Embrapii – Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial na área de Comunicações Ópticas.

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Firmado com a Padtec, o acordo faz parte da parceria mantida com essa empresa visando o desenvolvimento, suporte e evolução de tecnologias inovadoras de sistemas de comunicações ópticas WDM (Wavelength Division Multiplexing) de alta capacidade.

Criada em 2013 pelo governo federal, a Embrapii é uma organização que tem o objetivo de fortalecer a capacidade de inovação do país, por meio da cooperação tecnológica entre instituições de pesquisa e desenvolvimento e empresas do setor industrial, em áreas de competência específicas. Em outubro, o CPqD foi uma das dez instituições de pesquisa credenciadas pela organização para executar projetos de inovação – no caso, na área de comunicações ópticas -, em parceria com indústrias.

“Trata-se de uma área que precisa estar em evolução constante, para atender às novas demandas decorrentes do uso intensivo de aplicações na internet, que fazem o tráfego nas redes de comunicações aumentar cada vez mais”, afirma Tania Regina Tronco, pesquisadora da Diretoria de Gestão da Inovação do CPqD.

Como Unidade Embrapii, o CPqD oferece à indústria seu conhecimento e competência, acumulados ao longo de 38 anos, para desenvolver soluções avançadas em comunicações ópticas. “Essas soluções envolvem tanto dispositivos e equipamentos, como moduladores ópticos de alta capacidade, multiplexadores, lasers e circuitos envolvendo múltiplos componentes, como também tecnologias para meios físicos utilizados na infraestrutura das redes ópticas e sensores a fibra”, acrescenta Tania.


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