Governo não tem favoritos no mercado das telecomunicações

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O mercado das telecomunicações pode estar enfrentando mudanças que terão impacto na vida dos brasileiros mas, de acordo com uma fonte da Reuters, o governo federal não está tomando partidos. Uma fonte da agência Reuters afirma que o governo brasileiro não tem nenhuma preferência quanto ao processo de consolidação que poderá acontecer no mercado das

O mercado das telecomunicações pode estar enfrentando mudanças que terão impacto na vida dos brasileiros mas, de acordo com uma fonte da Reuters, o governo federal não está tomando partidos.

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Uma fonte da agência Reuters afirma que o governo brasileiro não tem nenhuma preferência quanto ao processo de consolidação que poderá acontecer no mercado das telecomunicações do Brasil. De acordo com essa fonte, o governo apenas pretende que o investimento continue surgindo para que os serviços e as operadoras se tornem mais competitivas, mas sem nenhum modelo predileto.

Em causa está a eventual compra da TIM pela Oi em conjunto com outras empresas, a possibilidade de fusão entre as duas ou ainda o processo oposto, já que a TIM também está considerando a aquisição da Oi.

A redução do número de operadoras no mercado não assusta o governo brasileiro que não deverá intervir, apesar de ter tido um papel importante no setor, nos últimos anos.

A Oi era vista como a protagonista das telecomunicações, no Brasil, e era até apoiada pelos governos federais, tanto de Lula da Silva como de Dilma Rousseff, já que a empresa poderia representar uma forte concorrente às outras operadoras internacionais como a Telefonica. No entanto, essa aura da Oi se perdeu com o crescimento das dívidas e com a fusão com a Portugal Telecom.

Ontem, estiveram executivos da Telecom Italia, controladora da TIM, em reunião com o ministro das Comunicações brasileiro, Ricardo Berzoini mas o tema não terá sido discutido. Marco Patuano, presidente-executivo da Telecom Italia disse que o tema da consolidação das telecomunicações não fora tratado.


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